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Futebol Vini Jr. começa sua Copa para superar desconfiança e assumir protagonismo Danilo Lavieri , Pedro Lopes e Thiago Rabelo Do UOL, em Nova Jersey 13/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Vinicius Jr. participa de coletiva de imprensa antes da estreia do Brasil na Copa do Mundo Imagem: REUTERS/Dylan Martinez Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Apesar da grande atenção que ainda gira em torno de Neymar, o grande craque e líder técnico dentro do Brasil que inicia hoje a Copa do Mundo de 2026 é Vinicius Júnior. Estrela do Real Madrid, clube pelo qual marcou 113 gols nas últimas cinco temporadas, Vini chega ao Mundial sem ter conseguido consolidar seu protagonismo com a camisa da seleção brasileira. É o momento mais especial e importante da minha carreira. Estou no meu auge técnico e físico, do jeito que sempre sonhei. Jogar com o Ancelotti me dá muita tranquilidade. Ele me dá liberdade e confiança para fazer na seleção brasileira aquilo que faço no Real Madrid. São oito jogos, e eu quero mudar essa história pelo meu país. Não é nem sobre gols ou assistências Vini Jr. Juca Kfouri ICE não pegou Balogun e ele já é o artilheiro da Copa PVC EUA indicam grande campanha na Copa Milly Lacombe Marrocos é um dos times mais organizados da Copa Carla Araújo Reação de Fachin é importante para Moraes Vinicius inicia a Copa com uma trajetória de altos e baixos pela seleção. Em 49 jogos, marcou nove gols. Na era Ancelotti, são três gols e três assistências em dez partidas - uma média respeitável que o coloca como o principal criador de gols sob o comando do italiano. Apesar disso, já acumula sete anos de seleção brasileira desde a primeira convocação, em 2019, sem nenhum título ou prêmio individual, e ainda não é visto pela torcida como protagonista. Levantamento feito pela Nexus - Pesquisa e Inteligência de Dados na última semana de preparação do Brasil antes da estreia na Copa do Mundo mostra que Vini Jr. convive com críticas e desconfiança da torcida brasileira. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês A empresa analisou 97 mil menções em português nas redes X, Facebook e Instagram, sobre alguns dos principais nomes da seleção brasileira, dentre ele Vini Jr., entre o amistoso preparatório do último dia 6 de junho, diante do Egito, em Cleveland, e o dia 9 de junho. Das menções a Vinicius nas redes, 58% penderam para o lado crítico, enquanto 42% foram apontadas como favoráveis. Dentre os pontos críticos mais frequentes está a ideia de que ele seria "superestimado". Parte considerável das menções críticas diz respeito também a sua vida pessoal e o relacionamento que teve com a influenciadora digital Virginia Fonseca. PVC Continua após a publicidade Especificamente em relação à sua atuação no amistoso entre Brasil e Egito, 86% das menções são críticas, com apenas 14% favoráveis. São números referentes a quatro dias da preparação que antecedem à estreia, mas que contam parte de uma história. Ela pode ser confirmada pelos torcedores que seguem a seleção brasileira desde o dia da apresentação em Teresopólis, aos gritos de "Neymar", que não veste a camisa amarela desde outubro de 2023. A passagem de bastão na seleção não aconteceu, e Neymar segue carregando um protagonismo que agora é incompatível com sua capacidade de decidir dentro de campo. Tanto é assim que ele foi convocado e inscrito com a camisa 10 estando machucado. Tanto é assim que o prazo para trocas terminou, e ele segue no elenco sem ter treinado com bola uma única vez em 25 dias. "Espero que o Neymar volte o quanto antes. Ele é meu ídolo. Muitos dos movimentos que aprendi foram inspirados nele. Ele me deu muitos conselhos quando subi para o profissional" disse Vini sobre o companheiro. Neymar carrega a idolatria de uma carreira de 15 anos na seleção brasileira, na qual se tornou o maior artilheiro da história do time. Em 2022, primeira Copa de Vini Jr., o camisa 10 ocupava, absoluto, o posto de grande estrela da seleção pelo terceiro mundial consecutivo. Em 2026, segue carregando a mística, mas é Vini, ao lado de outros nomes como Raphinha, quem carrega a capacidade de decidir dentro de campo. Aos 25 anos, o camisa 7 chega, como ele mesmo afirmou, no seu auge físico e técnico. Continua após a publicidade "Eu não estou aqui para ser o melhor da competição. Estou aqui para fazer o Brasil ganhar e voltar ao topo. Estou mais experiente do que na última Copa do Mundo e quero fazer uma grande competição". Agora, falta trazer isso para dentro do campo. São oito partidas, e o que Vini fizer dentro delas pode fazer com que, daqui a quatro anos, seja o nome dele gritado pelos torcedores em todo lugar onde a seleção estiver. O primeiro teste será às 19h de hoje, diante de Marrocos, no Metlife Stadium, em Nova Jersey. 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora O ICE não pegou Balogun e ele já é o artilheiro da Copa Rodrygo detalha mudança de Vini Jr após 'convencimento' de Ancelotti Delegada ao prender suspeita que fingia ser criança: 'Sei que tu é mulher' Amazon afasta Rômulo Mendonça, que não narrará final da NBA amanhã Ana Paula critica VAR de EUA x Paraguai: 'Erro grosseiro e inadmissível'