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Análise dos Times

Remo

Principal

Motivo: O artigo detalha os motivos negativos para a demissão de Osório, focando nas falhas do time e na insatisfação da torcida com o treinador.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: A vitória do Paysandu é apresentada como um dos fatores para a demissão de Osório, mas sem um foco excessivo em exaltar o time adversário.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Internacional Paysandu Remo Athletico-PR Mirassol Série A Campeonato Paraense Águia Osório Léo Andrade

Conteúdo Original

Paysandu vence o Remo e larga em vantagem na final do Campeonato Paraense Sem vencer na Série A, com desempenho questionável, desaprovação de boa parte da torcida e derrota no clássico Re-Pa, Osório foi demitido pelo Remo após o revés diante do Paysandu, por 2 a 1, no domingo, dia 1°, no Mangueirão, pela ida da final do Parazão. 📲 Acesse o canal do ge Pará no WhatsApp Entre Supercopa Grão-Pará, Campeonato Paraense e Brasileirão, foram apenas 14 jogos no comando do Leão, a segunda mais curta do treinador colombiano no futebol brasileiro. 1 de 5 Juan Carlos Osório, técnico do Remo — Foto: Fernando Torres Juan Carlos Osório, técnico do Remo — Foto: Fernando Torres Da primeira vez que comandou um time do Brasil, o São Paulo, foram 28 jogos até ser seduzido pela seleção mexicana e pedir para deixar o Tricolor. Veja mais + Paysandu vence o primeiro clássico da final do Campeonato Paraense contra o Remo Quase 10 anos depois, assumiu o Athletico-PR, em 2024, sendo demitido com apenas 12 partidas. A passagem mais curta dele por um time brasileiro. Osório chegou a um Remo que iria viver uma realidade totalmente diferente, jogar a elite do futebol brasileiro 32 anos depois. Com o centro de treinamento inativo e o Baenão em manutenção, a solução encontrada pela diretoria azulina foi levar o time para Pernambuco, ao CT do Retrô, referência em estrutura. Lá, conseguia usufruir de tudo o que o local disponibiliza. 2 de 5 Juan Carlos Osório observa jogadores do Remo durante a pré-temporada — Foto: Raul Martins / Ascom Remo Juan Carlos Osório observa jogadores do Remo durante a pré-temporada — Foto: Raul Martins / Ascom Remo Depois de treinar o time por duas semanas em Pernambuco, retornou a Belém para conquistar o título da Supercopa Grão-Pará, diante do Águia. Em Belém, sem ter CT disponível, treinava o time no Estádio do Baenão, o que fazia o treinador precisar encontrar soluções para conseguir trabalhar com o numeroso elenco, já que tinha apenas um campo disponível. Durante as coletivas, Osório sempre mencionava que estava fazendo testes e que o plantel iria diminuir, um dos motivos era por conta das sessões de treinamento. Com a vontade de fazer testes e dar minutos adequados aos jogadores em um início de temporada, para deixar todos com ritmo e também não exigir muito no físico no início de um trabalho, Osório precisou alternar o time no estadual. A campanha do Remo não é ruim no Parazão, mas o time passou sufoco em vários momentos, precisando correr atrás do resultado contra equipes mais modestas. Alguns viam como algo normal, já que não era o time titular e foco era a Série A, porém os desempenhos também geravam críticas. 3 de 5 Calendário do Remo nas primeiras semanas de fevereiro — Foto: Remo Calendário do Remo nas primeiras semanas de fevereiro — Foto: Remo Com jogos de Série A e Parazão, literalmente em dias seguidos em duas semanas, o técnico era obrigado a mexer na equipe. E falando em mexer no time, as escalações de Osório merecem um capítulo à parte. A torcida questionava algumas escolhas do táticas e técnicas do colombiano. Sem Sávio, que se desentendeu com o colombiano, e sem atuações seguras de Cufre, Osório não escalou o lateral-esquerdo de origem no time muitas vezes - e deslocou jogadores para posições em que não costumava atuar. Falando no lado esquerdo, o zagueiro Léo Andrade costumava jogar por lá. Esse jogador não vive um bom momento com a torcida. No primeiro Re-Pa da final do Campeonato Paraense, ele foi vaiado quase sempre que tocava na bola. 4 de 5 Léo Andrade, zagueiro do Remo — Foto: Samara Miranda/Ascom Remo Léo Andrade, zagueiro do Remo — Foto: Samara Miranda/Ascom Remo Culpa dele ou não, o lado esquerdo defensivo do Remo oferecia espaço e oportunidade para os times adversários. Foi por lá que o Paysandu iniciou a jogada do segundo gol no último domingo, dia 1º - o mesmo ocorreu no gol que o Internacional marcou no Mangueirão, pela quarta rodada do Brasileirão. Na competição nacional, alternou momentos bons e ruins, como o bom primeiro tempo que fez diante do Mirassol, abrindo dois de vantagem. Contudo, viu o time adversário igualar o placar. Osório deixa o Remo sem vitórias na Série A. Criticado pela torcida, sem vitórias na Série A, desempenho questionável em alguns momentos e derrota no clássico Re-Pa, em uma final de campeonato, o técnico Osório sai deixando uma impressão que até poderia conquistar mais na Série A, pelo menos era o que parecia em parte dos jogos, mas sem deixar saudades para a torcida, que comemorou a demissão. 5 de 5 Juan Carlos Osório, técnico do Remo, assiste o clássico Re-Pa — Foto: Beatriz Reis / ge Pará Juan Carlos Osório, técnico do Remo, assiste o clássico Re-Pa — Foto: Beatriz Reis / ge Pará