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Esporte Abel elogia 'cisne Vitor Roque' ao relembrar 'baboseiras' de jornalistas Do UOL, em São Paulo 07/11/2025 00h57 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, classificou Vitor Roque como "patinho feio que virou cisne" após a vitória do alviverde sobre o Santos , em jogo do Brasileirão ocorrido nesta quinta dentro do Allianz Parque. Ele ainda lamentou as "baboseiras" ditas por jornalistas no início da trajetória do jogador no clube. Eu tenho dificuldade para elogiar meus jogadores porque eles se empolgam, mas ele era o patinho feio que virou cisne. Muitos de vocês ajudaram ele a ser o patinho feio. Se ele acreditasse em 90% das baboseiras que falaram, deixaria de ser jogador. A sorte é que ele sabe quem é o treinador dele, que sabe como funciona a dinâmica e cuidou dele. Talvez, os que criticaram antes estão falando que ele é o melhor do mundo agora. Demos o tempo para que as penas trocassem e para que as pessoas enxergassem que ele é mais do que aquilo que mostrou quando esteve fora. Abel Ferreira O que mais Abel falou? Raio-X do jogo. "O 1º e o 2º tempo foram semelhantes, a diferença é que no 2º traduzimos nossas chances em gols. No 1º tempo, houve duas situações de transição do adversário em que fizemos más abordagens, e isso poderia nos custar caro. Foi aí que pecamos. No intervalo, disse aos jogadores para manter o mesmo ritmo. Fiz pequenas correções de posicionamento, e o time esteve bem, tanto quem iniciou quanto quem entrou. A equipe sempre procurou fazer gols. É uma vitória inteiramente justa pelo que fizemos nos 90 minutos." Djamila Ribeiro Qual o futuro das meninas e adolescentes no Brasil? Juca Kfouri Flu segue 100% com Zubeldía no Maracanã Josias de Souza Verdade de Lula morde o próprio rabo na COP30 Sakamoto Lula erra, pois a hora da verdade do clima já passou Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, durante jogo contra o Santos Imagem: Fabio Giannelli/AGIF Time sem camisa 5. "Ontem, o Veiga sabia que poderia entrar como um camisa 8. Ele treinou junto com o Andreas aqui no Allianz. Eu raramente faço algo no jogo que não tenha feito no treino. Eu treino e preparo cenários, e este era um deles. O Veiga me surpreendeu, sobretudo nas tarefas defensivas. Depois, reforçamos o meio para nos dar mais conforto porque não tínhamos um camisa 5 de equilíbrio. Ele deu as duas coisas: nos colocou para frente, até pelo passe que fez, e foi bem nas tarefas defensivas." Classificação e jogos brasileirao Elogios a Flaco . "Vi o Flaco um pouco triste no fim porque não fez o gol, mas fez um belo jogo e adorei a forma com que ganhou a bola. Ele tem um potencial enorme, e às vezes tem que ganhar não só na técnica, mas também na raça. O gol do Vitor Roque sai a partir do duelo que ele ganha. São estes jogadores que fazem a diferença. Eles não são bons só na técnica e tática, mas também mostram a intensidade, que é fundamental nos dias de hoje. Fiquei mais contente pelo gol que ele criou em relação a um gol que ele poderia ter marcado." Desabafo sobre calendário . "Há uma série de circunstâncias que são anormais, que não deveriam nem existir. Como o Ancelotti disse, a prioridade é a seleção, mas não me parece justo, numa altura destas em que estamos disputando títulos, ficarmos sem jogadores para seleções fazerem amistosos. Isso não está bom. Não existe em lado nenhum. Há muita coisa para fazer porque isso não pode acontecer. Será que temos que ajustar o calendário para que fique igual na Europa? Não é justo nem para nós e nem para os outros. Sinceramente, deveria ser algo para reflexão profunda — e é até um pouco vergonhoso quando me perguntam por que ficaremos sem jogadores para as seleções. Algo está errado aqui." Aspecto mental . "Vamos sofrer e ter momentos de euforia, mas há uma característica que, para mim, é o maior talento que temos que ter: a resiliência. É entender que nem sempre na vida as coisas vamos correr como queremos e como planejamos. É continuar e ajustar as coisas para entrar no rumo certo — e mesmo assim, obstáculos vão aparecer, daí é manter a calma. É colocar os pés no chão." Há tentativa de barrar convocações? "O Palmeiras não faz isso. Se há clubes que fazem isso... o Palmeiras respeita muito o que é a seleção nacional de todos. Que autoridade tenho eu ou o Palmeiras para pedir para seleções desconvocarem? Se existe, temos que dizer quem faz isso"" Continua após a publicidade Bruno Fuchs foi escalado ao lado de Gustavo Gómez contra o Santos Imagem: JHONY INACIO/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO Escolhas na zaga . "O Murilo vinha com uma série de seis jogos seguidos e, no último jogo, quando troquei uma boa parte da equipe, ele viu que jogaria e pensou: 'não acredito que o treinador vai me colocar'. Precisávamos de um líder da defesa dentro de campo, e o Murilo é um deles. Ele sabe como funciona nossas dinâmicas. Sabia que ele estava cansado do último jogo. Ele estava melhor, mas tínhamos o Gómez voltando, por isso optei pelo Fuchs. Tenho total confiança no Murilo, ele sabe perfeitamente porque ficou de fora e sabe que é um dos nossos pilares. Foi mais por gestão de energia atuar com Gómez e Fuchs." Allan . "Ele vinha de lesão. É um jogador que foi trabalhado ao longo desses tempos, mas não falem muito dele, porque já vendemos jogadores demais. Vi o Hernán Crespo falando que o Palmeiras tem dinheiro. Queria dizer a ele que, quando ele chegou e éramos vizinhos, eu tinha o mesmo dinheiro que ele! Quando o convidei para jantar, quem pagou fui eu, e não ele. Naquela altura, o Palmeiras não tinha tanto dinheiro. O Palmeiras apostou na base, vendeu jogadores, ganhou títulos e prestígio, e isso trouxe patrocínios. Começou na base, quando vendemos uns quatro ou cinco jogadores para nos estabilizarmos financeiramente. Neste ano, em função das vendas que fizemos, tivemos que investir. É só para brincar um pouco: você ganha dinheiro trabalhando com processos e acreditando em algo, basta olhar para o Palmeiras." Calendário de 2025. "Eu me adapto. As regras do jogo são assim, mas não deveria ser assim. É um jogo de cada vez, percebendo como nossos jogadores se recuperam, alguns se recuperam mais rápido do que outros. Entendo a pergunta, mas é o que é. Sabíamos no início do ano que seria apertado diante do Mundial e da necessidade de acabar o campeonato mais cedo porque teríamos jogos de novo em janeiro. Há decisões difíceis para serem tomadas, e algumas já foram tomadas, mas outras terão que ser dadas custe o que custar. Estamos preparados. Se é melhor ou pior, não sei dizer, mas sei que não é normal. Alguém vai ganhar, é assim que funciona. Respeitamos e percebemos o contexto. Tenho certeza que, no futuro, será cada vez melhor, ainda que demore a mudar. Em cinco anos, pelo menos comecei a ver algumas mudanças. É um bom sinal." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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