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Futebol Jornal: Infantino tem liderança desafiada com 'rebelião' de membros da Fifa Do UOL, em São Paulo 02/08/2026 17h16 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante sorteio da Copa do Mundo de 2026 Imagem: POOL/Getty Images via AFP O presidente da Fifa, Gianni Infantino, enfrenta uma crescente rebelião interna promovida por integrantes do conselho da entidade. O grupo de oposição quer convocar uma assembleia geral, movimento que pode se transformar em um desafio direto ao seu mandato. Essa articulação política já ocorria antes do recente desgaste pela tentativa frustrada de vender participações comerciais na Copa do Mundo e outras competições, segundo o jornal britânico The Guardian . A exigência dos membros do conselho é uma auditoria independente sobre a decisão de suspender a punição do jogador Folarin Balogun na Copa do Mundo, caso que contou com forte pressão e telefonemas do ex-presidente americano Donald Trump. O grupo planejava exigir abertamente a renúncia de Infantino caso o pedido de investigação externa do caso Balogun fosse negado. A Federação Norueguesa denunciou a Fifa ao Comitê Olímpico Internacional (COI), alegando violação do princípio de neutralidade política da entidade. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo A Fifa, por sua vez, nega qualquer irregularidade e defende que o processo do caso Balogun tramitou com autonomia dentro de seu comitê de ética. Segundo o jornal, a ala crítica a Infantino se reforçou com a revelação da Fifa Forward Enterprise (FFE), plano do presidente da Fifa de vender ações de competições organizadas pela entidade, e também pela desistência do plano. O conselho da Fifa é composto por 37 integrantes: 28 representantes de confederações, oito vice-presidentes e Gianni Infantino. Para que a assembleia extraordinária seja convocada, os opositores precisam alcançar o apoio formal de 50% dos membros (19 votos), marca que ganha força à medida que a crise tem novos desdobramentos. Dos 37 membros do conselho (além de Infantino), há 14 na Europa e na América do Norte, confederações mais críticas à proposta da FFE. Isso significa que os dissidentes precisarão do apoio asiático para atingir a maioria. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Flávio diz que aumento de Lula no Bolsa Família é 'comprar voto' dos pobres