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Domingo decisivo no Allianz Parque: às 20h30, o líder Palmeiras recebe o Cruzeiro, terceiro colocado, num jogo que pode redesenhar o topo do Brasileirão e moldar o humor de uma semana que termina na quinta com a semifinal da Libertadores contra a LDU [ , , ]. Para além do relógio, a conta é fria: 61 pontos em 28 jogos contra 56 do rival (com uma partida a mais) — e a chance de abrir três sobre o Flamengo ainda hoje [ , ]. O roteiro recente entre os clubes é verde: em sete anos, apenas uma derrota para a Raposa — justamente no primeiro turno, 2 a 1, com dois gols relâmpagos de Kaio Jorge. O recorte começou na semifinal da Copa do Brasil de 2018, 1 a 1, com o Cruzeiro avançando e depois batendo o Corinthians na final. Desde então, oito jogos: seis vitórias do Palmeiras, um empate e um triunfo mineiro [ ]. Se a memória ajuda, a casa empurra: o Palmeiras é o segundo melhor mandante do campeonato, atrás apenas do Bahia. Em 15 jogos no Allianz Parque, são 11 vitórias, dois empates e duas derrotas — nove vitórias seguidas e invencibilidade desde maio; a última queda em casa foi para o Flamengo, 2 a 0 [ ]. Mas o calo do G-6 incomoda: o Palmeiras de Abel Ferreira soma só 20,8% de aproveitamento contra a elite (cinco derrotas, dois empates e uma vitória, sobre o Botafogo), enquanto o Cruzeiro nada de braçada, com 83,3% nesses duelos [ , ]. Mesmo que tropece, o Verdão seguirá líder porque o Flamengo perdeu para o Fortaleza no sábado; ainda assim, a oportunidade de abrir vantagem está na mesa [ ]. Por isso, o Allianz Parque promete clima de céu ou inferno antes da LDU pela Libertadores: ingressos quase esgotados, elenco buscando respostas e mudanças à vista — Piquerez está suspenso, Aníbal Moreno trata um edema, e Abel Ferreira admite mexer na espinha para reencontrar rendimento [ ].