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Hamilton vence o GP da Catalunha A Mercedes solicitou à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) um pedido de revisão do resultado do GP de Mônaco, disputado no dia 7 deste mês. O movimento da equipe alemã acontece após Pierre Gasly, da Alpine, ter obtido sucesso em um pedido anterior. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google 1 de 3 George Russell ficou fora da zona de pontuação no GP de Mônaco — Foto: Alastair Staley/LAT Images George Russell ficou fora da zona de pontuação no GP de Mônaco — Foto: Alastair Staley/LAT Images O francês cruzou a linha de chegada em terceiro lugar, mas recebeu dez segundos de punição por excesso de velocidade no pit lane e caiu para sétimo, o que o tirou da cerimônia do pódio. Entretanto, a FIA considerou o pedido de revisão da Alpine válido, visto que a Formula One Management (FOM) apresentou evidências de que o método de verificação das velocidades no pit lane tinha imprecisões. Na sexta-feira (12), a FIA decidiu suspender as punições de Pierre Gasly, o que devolveu o francês ao pódio, no lugar de Isack Hadjar, da Red Bull. A imprecisão não necessariamente significava que Gasly estava abaixo da velocidade de 60 km/h, o limite máximo no pit lane, mas a entidade refez os cálculos com as novas informações disponíveis e concluiu que a penalidade dada ao piloto foi incorreta. 2 de 3 Pierre Gasly, piloto da Alpine na F1 2026 — Foto: Clive Rose/Getty Images Pierre Gasly, piloto da Alpine na F1 2026 — Foto: Clive Rose/Getty Images Contudo, Pierre Gasly não foi o único a receber penalidades de tempo em Monte Carlo, e George Russell, da Mercedes, está nessa lista. Depois de receber a punição de tempo durante a corrida, Russell entrou nos boxes para a troca de pneus durante um safety car. O britânico deveria ter cumprido a penalidade de cinco segundos naquele momento, mas a Mercedes não realizou o procedimento – o que gerou um drive through penalty , punição em que o piloto precisa passar novamente pelos boxes. A punição fez Russell cair do terceiro para o 12º lugar, e o britânico terminou a prova fora da zona de pontuação. De quebra, George ainda viu o companheiro de equipe Kimi Antonelli vencer, ampliando a vantagem na luta pelo título. Quando a Alpine pediu a revisão da punição de Gasly, uma das condições para que a solicitação fosse atendida era de que existissem elementos relevantes e indisponíveis anteriormente para análise. A informação dada pela FOM sobre a imprecisão no método de verificação só foi disponibilizada na quarta-feira (10), três dias após a prova em Mônaco. Essa condição vale para qualquer pedido de revisão. No caso de Russell, a Mercedes alega que a imprecisão relata pela FOM e a decisão a favor de Gasly representam novas evidências. Apesar disso, o chefe de equipe Toto Wolff não acredita que deve ter sucesso na ação, mas decidiu entrar com o pedido de revisão ainda assim. – Nós escrevemos para a FIA para ter um pedido de revisão também. Para ser sincero, não sei se esse é um desfecho realista, porque você pode abrir uma caixa de pandora – disse à " Sky Sports ". 3 de 3 Toto Wolff abraça George Russell — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Toto Wolff abraça George Russell — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images – Normalmente, se você tem um drive through penalty e não o cumpre, são 20 segundos (adicionados ao fim da prova), e esses 20 segundos botariam o George em 4º. Mas quais são as outras consequências? Eu não acho que isso vai funcionar com os juízes, mas temos que fazer isso para beneficiar o George – acrescentou. Além da Mercedes, a McLaren e a Red Bull vão recorrer e devem levar o caso à Corte Internacional de Apelação (ICA) do esporte a motor.