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Análise dos Times

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O dia em que Zidane roubou a cena num despretensioso Argélia x Eslovênia Zidane, Thuram, Simeone e Kluivert. Sobrenomes conhecidos da história das Copas do Mundo estarão em campo em 2026, agora com herdeiros de antigas estrelas do torneio. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Mais de dez seleções possuem jogadores que herdam a experiência dos pais nos Mundiais passados: Luca Zidane, que vai defender a Argélia, é filho do astro Zinedine, grande nome da França na conquista de 1998 e conhecido como um algoz do Brasil no evento. + Confira a tabela completa da Copa do Mundo + Filho de Zidane supera fratura no rosto e é destaque em vitória da Argélia A reportagem do ge relacionou nomes, alguns menos conhecidos, de “filhos de Copa do Mundo” que estarão nos gramados dos Estados Unidos, México e Canadá a partir do dia 11. Haaland e companhia ensinam fãs a acertarem pronuncias de nomes de jogadores noruegueses Confira a lista: Luca Zidane (Argélia): goleiro é filho de Zinedine Zidane, grande protagonista da França em três Mundiais (1998, 2002 e 2006). Nascido em maio de 1998, Luca era um recém-nascido quando o pai anotou dois gols sobre o Brasil e levou os franceses ao primeiro título mundial. 1 de 15 Luca Zidane, goleiro da Argélia, em partida contra a Holanda — Foto: Getty Images Luca Zidane, goleiro da Argélia, em partida contra a Holanda — Foto: Getty Images Giuliano Simeone (Argentina): filho de Diego Simeone, técnico do Atlético de Madri e meio-campista da Argentina nos Mundiais de 1994, 1998 e 2002. Diego, em campo, ficou marcado por provocar a expulsão de David Beckham nas quartas de final da edição de 1998. 2 de 15 Vovô Diego Simeone curte momento em família ao lado do filho Giuliano Simeone, também do Atlético de Madrid — Foto: Reprodução Vovô Diego Simeone curte momento em família ao lado do filho Giuliano Simeone, também do Atlético de Madrid — Foto: Reprodução Nico Paz (Argentina): tratado como grande promessa da atual campeã mundial para 2026, Nico é filho de Pablo Paz, que defendeu a seleção argentina na edição de 1998. Enquanto o jovem de 21 anos é um talentoso meio-campista, o pai foi zagueiro e atuou na vitória de 1 a 0 sobre a Croácia. 3 de 15 Nico Paz em ação pela Argentina — Foto: Cristina Sille/picture alliance via Getty Images Nico Paz em ação pela Argentina — Foto: Cristina Sille/picture alliance via Getty Images Marcus Thuram (França): o atacante é filho mais velho de Lilian Thuram, um dos grandes nomes do título francês em 1998. O pai foi um dos principais laterais-direitos e jogou em mais duas Copas do Mundo (2002 e 2006); o filho vai para a segunda. 4 de 15 Lilian Thuram foi um dos símbolos da geração da França que dominou o futebol entre 1998 e 2000 — Foto: Getty Images Lilian Thuram foi um dos símbolos da geração da França que dominou o futebol entre 1998 e 2000 — Foto: Getty Images Lee Tae-Seok (Coreia do Sul): o defensor de 23 anos terá a primeira chance de disputar uma Copa do Mundo e herdar a experiência do pai, Lee Eul-Young, que fez parte da histórica campanha sul-coreana em 2002. Aliás, Tae-Seok nasceu em julho, semanas depois de a seleção alcançar pela primeira vez a semifinal no torneio. 5 de 15 Lee Tae-seok, lateral da Coreia, tem o pai como exemplo de boa campanha na Copa — Foto: The KFA Lee Tae-seok, lateral da Coreia, tem o pai como exemplo de boa campanha na Copa — Foto: The KFA Justin Kluivert (Holanda): filho de Patrick Kluivert, astro da Holanda na Copa do Mundo de 1998, Justin terá a primeira oportunidade no maior evento de futebol do planeta. Atacante de movimentação e até ponta, o filho se diferencia das características do pai, um goleador que, inclusive, balançou as redes do Brasil na semifinal do Mundial da França. 6 de 15 Justin Kluivert é filho de Patrick — Foto: Divulgação / Bournemouth Justin Kluivert é filho de Patrick — Foto: Divulgação / Bournemouth Erling Haaland (Noruega): aqui, o astro é o filho. Uma das maiores estrelas da Copa do Mundo de 2026, Erling Haaland sequer era nascido quando o pai, Alfi-Inge, defendeu a Noruega na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. A participação do pai do goleador do Manchester City foi discreta: cartões amarelos nos dois primeiros jogos, suspensão e eliminação na fase de grupos. 7 de 15 Pai de Haaland, Alf-Inge Haaland, jogou a Copa de 1994 — Foto: Andrew Boyers/Reuters Pai de Haaland, Alf-Inge Haaland, jogou a Copa de 1994 — Foto: Andrew Boyers/Reuters Alexander Sorloth (Noruega): o pai de Sorloth, Goran, também defendeu a Noruega na Copa do Mundo de 1994. Atacante de destaque, ele ganhou a chance de atuar somente na rodada final da fase de grupos contra a Irlanda. O empate sem gols tirou os noruegueses do Mundial nos EUA. 8 de 15 Pai de Sorloth jogou a Copa de 1994 — Foto: REUTERS/Violeta Santos Moura Pai de Sorloth jogou a Copa de 1994 — Foto: REUTERS/Violeta Santos Moura Kristian Thorstvedt (Noruega): mais um representante de pais e filhos da Copa do Mundo na seleção norueguesa, e novamente relacionando os dois Mundiais nos Estados Unidos. Kristian é meio-campista e terá a chance de jogar no país em que o pai foi goleiro titular na edição de 1994. 9 de 15 Kristian Thorstvedt defende a Noruega em 2026 — Foto: Reprodução/Instagram Kristian Thorstvedt defende a Noruega em 2026 — Foto: Reprodução/Instagram “Gatito” Fernández (Paraguai): o retorno do Paraguai às Copas do Mundo tem um herdeiro na posição de goleiros. Ídolo do Botafogo, “Gatito” Fernández é filho de Gato Fernández, que defendeu o time sul-americano na Copa do Mundo de 1986. Tal pai, tal filho: Filho de Gato Fernandez, campeão em 1979, Gatito é ídolo no Botafogo e destaque no Paraguai Damian Bobadilla (Paraguai): meio-campista do São Paulo é filho de Aldo Bobadilla, goleiro que esteve na delegação paraguaia nos Mundiais de 2006 e 2010, ano da última participação do time na maior competição do calendário. 10 de 15 Aldo Bobadilla, pai de Damian Bobadilla, esteve em duas Copas do Mundo — Foto: Marcelo Braga Aldo Bobadilla, pai de Damian Bobadilla, esteve em duas Copas do Mundo — Foto: Marcelo Braga Francisco Conceição (Portugal): atacante de velocidade e driblador, Francisco lembra o pai, Sergio, que defendeu Portugal em 2002. A participação portuguesa naquela ocasião, porém, foi bem aquém do esperado: queda ainda na fase de grupos. Em 2026, os lusos miram o título e contam com o talento do jovem de 23 anos. 11 de 15 Hoje técnico, Sergio Conceição jogou a Copa do Mundo de 2002 — Foto: Reuters/Matthew Childs Hoje técnico, Sergio Conceição jogou a Copa do Mundo de 2002 — Foto: Reuters/Matthew Childs Angus Gunn (Escócia): tal pai, tal filho. Angus Gunn vai defender o gol da Escócia na Copa do Mundo e enfrentar o Brasil. O pai, Brian, foi goleiro escocês na edição de 1990, quando a equipe também encarou a seleção brasileira. Naquela vez, vitória verde-amarela por 1 a 0, gol de Müller. 12 de 15 Angus Gunn, goleiro da Escócia, teve o pai atuando na mesma posição no Mundial de 1990 — Foto: Reprodução/Instagram Angus Gunn, goleiro da Escócia, teve o pai atuando na mesma posição no Mundial de 1990 — Foto: Reprodução/Instagram Mamadou Sarr (Senegal): filho de Pape Sarr, jogador do surprendente time de 2002 que venceu a França logo na estreia, Mamadou leva o sobrenome na busca por mais uma participação histórica da equipe no alto nível futebolístico. O pai conseguiu alcançar as quartas de final. 13 de 15 Mamadou Sarr representará Senegal na Copa do Mundo — Foto: Getty Images Mamadou Sarr representará Senegal na Copa do Mundo — Foto: Getty Images Giovanni Reyna (Estados Unidos): será a segunda Copa do Mundo do meia-atacante, que ainda está apenas metade do caminho traçado pelo pai com a camisa do time norte-americano. Claudio, capitão por anos da seleção, jogou 1994, 1998, 2002 e 2006. 14 de 15 Gio Reyna, no centro, ao lado dos pais, os ex-jogadores da seleção Danielle Reyna e Claudio Reyna — Foto: Maddie Meyer/FIFA via Getty Images Gio Reyna, no centro, ao lado dos pais, os ex-jogadores da seleção Danielle Reyna e Claudio Reyna — Foto: Maddie Meyer/FIFA via Getty Images Sebastian Berhalter (Estados Unidos): Sebastian é filho de Gregg, treinador da seleção dos EUA na Copa do Mundo de 2022. O pai do meio-campista ainda jogou nas edições de 2022 e 2006. 15 de 15 Gregg Berhalter foi treinador da seleção dos Estados Unidos em 2022 — Foto: AFP Gregg Berhalter foi treinador da seleção dos Estados Unidos em 2022 — Foto: AFP