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Esporte Futebol Copa do Mundo PVC: 'Time da Espanha é tão ensaiado que parece videogame' Do UOL, em São Paulo 14/07/2026 18h46 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A atuação da Espanha no 2 a 0 sobre a França mostrou um time "tão ensaiado" que chega a parecer "um videogame", avaliou PVC no Posse de Bola , do Canal UOL. O debate analisou a semifinal e apontou como a seleção espanhola controlou o jogo, neutralizou as principais armas francesas e avançou à final da Copa do Mundo 2026 com uma atuação de alto nível. Você sabe que eu tenho dito muitas vezes que a gente precisa aprender no Brasil, ou reaprender, que técnico não vem com controle remoto, com joystick, como se fosse um videogame. Aí eu vejo o segundo gol da Espanha e duvido. É tão ensaiado, a atuação da Espanha foi absolutamente exuberante, das dobras de marcação que tiraram os dois pontas do jogo, do posicionamento do Rodri e do Fábio Ruiz, até a capacidade de circular a bola pro toque do Dani Olmo deixar o Pedro Porro na cara do gol. É tão ensaiado que parece um videogame. PVC Alicia Klein Com derrota para Espanha, França iguala feito do Brasil Mauro Cezar Não faltou aviso: Espanha elimina a França Yara Fantoni Espanha classificada: os gigantes se reinventam Wálter Maierovitch OAB dá' carteirada' de advogado pró-Flávio Na leitura do comentarista, a Espanha já tinha se imposto antes mesmo de abrir o placar. Para ele, o time conseguiu fazer o jogo que se esperava, com pressão coordenada e controle de espaços para impedir que a França acelerasse. Eu acho que antes do primeiro gol, a Espanha já estava melhor. Ela já estava conseguindo fazer o jogo que a gente imaginava que ela faria. Por isso que eu falei do ensaio. É um time muito ensaiado. PVC Arnaldo Ribeiro seguiu a mesma linha e disse que a Espanha cresce conforme o nível do rival, além de valorizar o comportamento coletivo, como o esforço defensivo de Lamine Yamal no fim da partida. A Espanha joga de acordo com seu adversário. Quanto melhor adversário, melhor joga a Espanha. Quanto mais armas ofensivas tem o adversário, melhor é o jogo da Espanha. Foi assim contra Portugal, foi assim contra a França. Então, é um time que prima pelo coletivo. O Yamal dando o carrinho no Mbappé no final do jogo é isso. Arnaldo Ribeiro Casagrande discordou do ponto de Arnaldo sobre "quartetos mágicos" e defendeu que a França tem, sim, um ataque forte, mas não conseguiu executar o plano. Para ele, a Espanha empurrou os franceses para um jogo de perseguição e controle espanhol. Hoje não funcionou um quarteto lá da França, mas não dá para dizer que com o Dembélé, Mbappé e Barcola você não tem um favoritismo, você não tem um grande time, você não tem um ataque arrasador. Não funcionou hoje porque o outro time, que era a Espanha, tem um estilo de controle e funcionou esse estilo de controle. Casagrande Continua após a publicidade Relacionadas Juca Kfouri lembra queda do Brasil em 82 com saída da França: 'Novo Sarriá' 'Isso é do coletivo, nada meu', diz autor de 2º gol da Espanha após vitória 'Uma lição para o mundo': imprensa da Espanha vibra com ida à final da Copa Juca Kfouri também apontou o peso da atuação espanhola para explicar a queda francesa e destacou o papel de Yamal no lance do pênalti, além de reforçar que a Espanha "é chata para os adversários" quando consegue "ganhar certo". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Senado aprova piso para frete de caminhoneiros após ameaças de greve 'Sufocada' e 'apática': jornais da França detonam equipe após queda na Copa Deschamps admite França pior, mas alfineta juiz: 'Estava à altura da semi?' Delegado diz que diarista comparou facadas em idosos a matar galinha França 0 x 2 Espanha | Melhores Momentos | Copa 2026