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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: A matéria foca na estratégia defensiva da seleção brasileira sob o comando de Ancelotti, destacando a evolução e a importância da 'baliza zero' para o sucesso.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

O desempenho ofensivo da seleção no Maracanã entusiasmou público e crítica. Mas a prioridade para o técnico Ancelotti é a eficiência da forma como o time se defende. Desde a chegada do treinador, o Brasil não sofreu gols em nenhuma das três partidas, Chile, Paraguai e Equador. Anteriormente, a seleção tinha sido vazada 16 vezes em 14 jogos, uma média de 1,14 tento por partida. "Temos que preparar uma base. Esses três jogos temos uma equipe que se compacta e se defende bem. Obviamente, a qualidade individual faz a diferença para nós. Temos que seguir nessa linha. Estou convencido que ter a porteria (gol) zero, temos muita oportunidade de ganhar as partidas”, contou Ancelotti. Diante do Chile, a zaga foi formada por Marquinhos e Gabriel Magalhães, que entrou no lugar de Alex Ribeiro - o zagueiro do Rennes tivera boas atuações na primeira data-Fifa. À frente da zaga, como protetor, está de volta Casemiro, figura de confiança de Ancelotti. Nas laterais, Douglas Santos atua quase como um terceiro zagueiro quando o time ataca, ainda que avance ocasionalmente como no primeiro gol de Estêvão. Do outro lado, Wesley joga mais avançado, mas volta para linha de quatro da defesa quando o Brasil se defende. Mas importante do que isso, Ancelotti quer o time inteiro engajado na defesa desde o primeiro atacante. "Quando defende bem é porque toda equipe defende. Futebol moderno está nas mãos dos jogadores de frente. Se trabalham os jogadores de frente, a equipe trabalha bem”, disse ele. O Brasil não chegou a fazer uma pressão direta no goleiro, mas seus atacantes se dedicaram a dificultar a saída de bola rival. Estêvão, João Pedro e Martinelli estão acostumados a esse tipo de função em seus times. O técnico italiano trocou os três no segundo tempo, deixando claro que queria mais “frescura" referindo-se a jogadores descansados. E assim foi com Luiz Henrique, Kaio Jorge e Paquetá, que atuou como ponta-armador, como explicou Ancelotti. Lembremos que, no Real Madrid, o técnico italiano pedia às vezes que Vinicius Jr recuasse até a lateral para marcar. A baliza zero é a primeira das prioridades.