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Futebol Mattos: 'Brasil estrear com camisa 9 que não domina a bola é complicado' Do UOL, em São Paulo 13/06/2026 18h35 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Estrear em Copa do Mundo com um camisa 9 que "não sabe dominar a bola" é uma escolha de alto risco para a seleção brasileira, avaliou Rodrigo Mattos no Fim de Papo , do Canal UOL. O debate analisou a escalação do Brasil para a estreia contra Marrocos na Copa do Mundo de 2026, com Carlo Ancelotti apostando em Igor Thiago como referência física na área e repetindo vários nomes do time de 2022. Eu acho bem complicado a opção de uma camisa 9 para estrear com a seleção, um cara que não sabe dominar a bola. Pode ser que dê certo. Enfim, o Ancelotti está querendo, como ele explicou, essa presença mais forte fisicamente na frente para a disputa de bolas. A gente até entende que um técnico estrangeiro talvez não tenha esse apego todo que a gente tem na cultura brasileira de ter um centroavante que saiba jogar bola. [...] Talvez ele esteja apostando justamente que vai ter um momento que o Brasil vai ter que quebrar essa bola, alongar essa bola e aí precisaria de um cara ali para disputar ela, receber, fazer um pivô para tirar o time dessa marcação pressão. Rodrigo Mattos Casagrande Knicks em noite de Corinthians em Nova York Julio Gomes Fronteira terrestre México-EUA transpira tensão Rodrigo Ratier Se a Copa não dá lucro, por que querem sediá-la? Sakamoto Escravidão de jovens lembra lado ruim do futebol Para Gabriel Sá, a escalação também conversa com a expectativa de um jogo mais "encorpado" e de muito duelo físico. Ele apontou que a presença de um 9 de referência pode ser uma tentativa de "quebrar" uma defesa marroquina que ganhou fama pela solidez no último Mundial. Tem uma expectativa grande que gira em torno da seleção brasileira, com novas caras, com novos protagonistas e principalmente com uma figura que é controversa, mas que você pode entender a estratégia, que é o Igor Thiago, saindo esse homem de área, esse 9 de referência, para tentar quebrar uma boa defesa de Marrocos. Gabriel Sá Mattos ainda indicou que, apesar da repetição de nomes em relação a 2022, o desenho do time muda. Na leitura dele, Paquetá deixa de ser "segundo volante" para atuar como um terceiro meio-campista, e o ataque troca a dinâmica que antes tinha Neymar e Richarlison. Eu vi só uma diferença: o Brasil vai jogar com 3 no meio. O Paquetá, por exemplo, era segundo volante na outra estreia. E agora ele é um terceiro meio campista. E antes você tinha Neymar e Richarlison. [...] E agora você tem só esses três com o Raphinha, Vinícius e o Igor Thiago. Rodrigo Mattos Na discussão sobre alternativas, Gabriel disse que preferia Endrick como titular, deixando Igor Thiago para o segundo tempo, justamente como opção para a bola aérea e o jogo de pivô. Já Mattos afirmou que teria escolhido Matheus Cunha, por ser mais técnico e por poder ajudar na recomposição defensiva. Eu teria optado pelo Matheus Cunha, visto que é um jogador que pode fazer esse falso nove, mas que é um jogador mais técnico e também poderia cumprir ali na esquerda, que é o que ele já fazia anteriormente pra essa marcação. Ele aparentemente não quis justamente por conta dessa questão da bola longa. Rodrigo Mattos Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Cristiano Ronaldo posta de sunga em treino de Portugal para a Copa do Mundo Rômulo Mendonça se defende após ser afastado da Amazon: 'podcast com humor' Catar 1 x 1 Suíça | Melhores Momentos | Copa 2026 Jovem morre após ser jogada sem corda durante salto de rope jump em SP Ancelotti diz estar 'muito confiante' para a estreia do Brasil na Copa