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Análise dos Times

Real Madrid

Principal

Motivo: Texto destaca falhas crônicas da área médica do clube, citando equívocos de diagnóstico e negligência no caso de Asencio.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

O departamento médico do Real Madrid voltou a virar pivô de uma crise interna no Santiago Bernabéu . O estafe do zagueiro Raúl Asencio manifestou forte indignação contra os protocolos adotados pelo clube após a confirmação de que o defensor precisará passar por uma cirurgia na tíbia no meio da temporada. O entorno do atleta classifica a intervenção como extremamente tardia e prejudicial à sequência de sua carreira sob o comando do técnico José Mourinho . ➡️ Tudo sobre os maiores craques no seu WhatsApp! Entre no Lance! Futebol Internacional O problema físico do defensor começou em janeiro, quando sofreu uma lesão na tíbia que gerou um calo ósseo com má cicatrização. Inicialmente, a equipe médica merengue apostou em um procedimento minimamente invasivo, que não surtiu o efeito desejado. Mesmo com dores constantes e limitações nos treinos, a diretoria de saúde vetou a cirurgia no meio do ano, optando por repouso nas férias. Após uma nova recaída em agosto, o clube finalmente liberou a operação em outubro — nove meses após o diagnóstico inicial —, tirando o jogador de combate por vários meses. O caso de Asencio reacende o debate sobre um problema estrutural e crônico nas instalações de Valdebebas. Nem mesmo as constantes mudanças na gestão da saúde e da preparação física — com o retorno do Dr. Niko Mihic à supervisão médica e a reestruturação comandada por Antonio Pintus — foram suficientes para conter os sucessivos equívocos de diagnóstico que incomodam os atletas no vestiário. A revolta atual se soma a uma lista extensa de episódios polêmicos recentes. Entre os casos mais graves está o de Mbappé , que teve um problema no joelho tratado inicialmente como entorse leve e depois diagnosticado como lesão no ligamento cruzado posterior , levando o francês a buscar tratamento em Paris . Outros nomes, como Jude Bellingham ( que ficou 49 dias afastado por lesão muscular ), Eder Militão , Camavinga e Carreras , também enfrentaram divergências nos prazos e diagnósticos do clube.