Conteúdo Original
Opinião Futebol Alicia: Ancelotti está escolhendo morrer abraçado a Raphinha e Casemiro Do UOL, em São Paulo 15/06/2026 17h16 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti "escolhe morrer abraçado" a nomes como Raphinha e Casemiro e deixa a seleção brasileira sem ousadia e criatividade na Copa do Mundo, avaliou a colunista Alicia Klein no Fim de Papo , do Canal UOL. O Ancelotti está escolhendo morrer abraçado ao Raphinha, ao Casemiro, à panela antiga da seleção brasileira, em vez de dar oportunidade para jogadores como o Endrick, que representam o novo, o diferente. O Brasil está sem esse jogador diferente. Para mim, é inaceitável você ter um jogador desse talento, desse potencial, e não colocá-lo por nenhum único minuto enquanto outros atletas que não estão jogando nada ficam em campo até o final. Alicia Klein A comentarista sustentou que Endrick "é punido pela ousadia" e que o processo de "tolher" o atacante já teria aparecido no Real Madrid, ainda sob comando de Ancelotti. Na leitura dela, o time "está sem criatividade, sem ousadia, sem drible". Milly Lacombe Motivo de Endrick não jogar deveria causar revolta Alicia Klein 'Boicote' a Endrick vai além dos motivos de Ancelotti Sakamoto Lula atuará como caixeiro-viajante no G7 Alexandre Borges Eduardo Bolsonaro fez o Zelle Para mim o pior problema do Ancelotti nesse momento é que ele está abraçado a ideias que não estão dando certo. Não tem sentido você deixá-los em campo porque em teoria eles são capazes de fazer aquilo bem, porque na prática eles não estão conseguindo. Esquece a sua ideia e tenta alguma coisa mais ousada, tenta uma coisa diferente. Alicia Klein Milly: Ancelotti está prestes a 'matar' Endrick ao torná-lo obediente 0:00 / 0:00 Se o Ancelotti quer deixá-lo obediente e discipliná-lo, ele vai matar o Endrick. Ancelotti está prestes a matá-lo. Estão tentando há muito tempo fazer isso. Quem lembra daquele Palmeiras e Botafogo, que começou 3 a 0 e virou 4 a 3, sabe que o jogo só virou porque o Eendrick, que então tinha 17 anos, colocou a bola debaixo do braço e falou: 'vamos, deixa comigo'. Ele é o cara que tem essa personalidade. O Brasil se vê no Endrick. Se você tornar ele um jogador obediente, de cabeça baixa, todo corretinho, acabou. Milly Lacombe Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Veja horários das lives do UOL Esporte: Lives dos clubes: Continua após a publicidade Imagem: Arte/UOL Horários dos programas: Imagem: Arte/UOL Assista ao programa completo 0:00 / 0:00 Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Grávida de 30 semanas e bebê morrem à espera de obstetra em hospital de MG Copa: titular da Espanha fica 30 minutos sem tocar na bola e quebra recorde 'Sonhei toda a vida por esse momento', diz Vozinha após empate com Espanha Anac apura se helicópteros que colidiram no RJ faziam transporte irregular Com 98,6% das urnas apuradas, Keiko amplia vantagem sobre Sánchez no Peru