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Futebol Mattos: 'Endrick volta muito para buscar jogo e Ancelotti não quer isso' Do UOL, em São Paulo 19/06/2026 01h00 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti ainda não usa Endrick porque vê no atacante um comportamento que foge do desenho tático que ele quer para a seleção brasileira, disse Rodrigo Mattos no Fim de Papo , do Canal UOL. No debate sobre a Copa do Mundo 2026 e o espaço para jogadores jovens, o comentarista afirmou que o técnico busca funções bem definidas no ataque e não pretende escalar o jogador por pressão de torcida ou mídia. A explicação tá na parte que ele fala "nem uma coisa nem outra". Ele se referiu ao Matheus Cunha como "meia punta", o segundo atacante por trás do atacante. Como o Endrick não é nem um centroavante de frente, nem é um nem outro. Ele não se encaixa no esquema, ele não faz exatamente o que o Ancelotti espera. A gente trouxe essa apuração durante a semana: estar mais na frente e marcar a pressão forte, que é o que ele espera desse atacante mais avançado. E como o Endrick não é nenhuma coisa nem outra, ele acaba voltando muito. Volta para buscar jogo, é impetuoso, vai atrás da bola, e isso é o que o Ancelotti não quer. Rodrigo Mattos Juca Kfouri A triste goleada do Canadá sobre o Qatar Narrativas em Disputa Caso Master vira munição contra Lula nas redes Josias de Souza Wagner enfia espinho do Master no pé de Lula Mauro Cezar O que fará o Haiti frente ao Brasil? Para Mattos, a frase "nem uma coisa nem outra" resume o problema de encaixe: o treinador enxerga no elenco opções que cumprem melhor papéis específicos, seja como referência, seja como segundo atacante mais associativo. Gabriel Sá defendeu que a seleção precisa dar mais espaço aos jovens, mas sem transformar isso em "apenas garotada". Na visão dele, o caminho passa por equilíbrio e por minutos em campo já no próximo jogo. Tem que equilibrar. Não é lançar apenas juventude, apenas garotada... A Copa do Mundo exige outra coisa também. Mas acho que ele pode sim colocar mais espaço para os jovens, para o Endrick e o Rayan. Acho que sim, ele tem que dar mais espaço para esses jovens no jogo contra o Haiti principalmente. Gabriel Sá Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Luiza Oliveira afirmou que a impaciência aumentou depois da estreia, que ela descreveu como um jogo "muito ruim", com erros básicos e desorganização. Para ela, o cenário pedia um jogador capaz de quebrar linhas e desequilibrar. A seleção foi muito ruim especialmente nos primeiros 30 minutos, um time extremamente nervoso, errando questões muito básicas de fundamento e também um time taticamente completamente perdido. E como o Ancelotti não colocou o Endrick nem saindo do banco em nenhum momento daquele jogo, isso aumentou ainda mais a impaciência da torcida. Para mim era muito jogo para ele. Luiza Oliveira A comentarista ainda sugeriu que a falta de um rótulo claro, de "não ser uma coisa nem outra", também pode explicar a imprevisibilidade do atacante, mas apontou que o treinador parece priorizar o trabalho sem a bola e a recomposição. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Justiça decreta prisão preventiva de suspeitos de atacar vereador do PL Técnico do Haiti comemora Neymar fora: 'Já venci o Brasil sem ele' México 1 x 0 Coreia do Sul | Melhores Momentos | Copa 2026 Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 19/6 a 27/06 Meia do Canadá quebra a perna após dividida em jogo contra o Qatar; veja