🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Colombia

Principal

Motivo: É a primeira seleção apresentada com detalhes sobre seus jogadores e potencial de surpresa.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Destacada como vizinha pronta para dar trabalho, com menção a jogadores de elite.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Grande trunfo ofensivo com Haaland e Ødegaard, retorna após 28 anos, gerando expectativa.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Em franca ascensão, com jogadores na Europa e histórico recente de vitórias contra gigantes.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Corre por fora como ameaça, com base campeã da Copa Africana e jogadores em ligas europeias.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Mencionada entre as que incomodam os gigantes, mas sem destaque específico como surpresa.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Mencionada entre as que incomodam os gigantes, mas sem destaque específico como surpresa.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Mencionada entre as que incomodam os gigantes, mas sem destaque específico como surpresa.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Aposta na experiência e entrosamento, com jogadores nas principais ligas europeias.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Semifinalista em 2022, mas o foco de 'surpresa' recai sobre outras equipes africanas.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Consistente campanha na Copa Africana, mas não com o mesmo destaque de surpresa do que outras seleções.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Maior potencial técnico entre os anfitriões para surpreender.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Tenta repetir retrospecto histórico como anfitrião, mas sem o mesmo potencial de surpresa individual.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Meta modesta de conquistar a primeira vitória, o que o distancia de ser um candidato a surpresa no sentido de avançar.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

arsenal palmeiras belgica chelsea jhon arias milan manchester city copa do mundo bayern de munique psg copa america inter de milao holanda croacia marrocos atletico de madrid luis diaz japao colombia canada equador moises caicedo noruega senegal costa do marfim estados unidos mexico ange-yoan bonny pervis estupiñan willian pacho suica granit xhaka piero hincapie erling Haaland alexander sørloth martin ødegaard ricardo rodríguez

Conteúdo Original

Futebol Copa 2026: conheça os principais candidatos a surpresa no torneio Do UOL, em São Paulo 05/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jhon Arias, jogador da seleção da Colômbia Imagem: Instagram/Jhon Arias Os favoritos ao título da Copa do Mundo estão bem definidos e concentrados na Europa (França, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Portugal) e na América do Sul (Argentina e Brasil). No entanto, a maior competição do planeta também é historicamente conhecida por suas zebras. A seguir, conheça as seleções que correm por fora e têm bons atributos para surpreender no Mundial de 2026. Talentos sul-americanos Na América do Sul, a Colômbia desponta como promessa de futebol vistoso. A equipe será comandada por Luis Díaz, um dos grandes nomes da temporada europeia pelo Bayern de Munique — onde somou 26 gols e 19 assistências na campanha do título alemão e da semifinal da Champions League. Outro nome que promete brilhar nos gramados norte-americanos é Jhon Arias, destaque do Palmeiras. O Equador é mais um vizinho pronto para dar trabalho aos gigantes. Vice-líder das Eliminatórias Sul-Americanas, o país se apoia em um sistema defensivo fortíssimo, composto por atletas da elite europeia: os defensores Willian Pacho (PSG), Piero Hincapié (Arsenal) e Pervis Estupiñán (Milan), além do volante Moisés Caicedo (Chelsea). Josias de Souza O milagre da multiplicação do voto evangélico Ricardo Kotscho Insistência com Messias é erro político de Lula Casagrande Igor Thiago pode ser a mudança que Brasil precisa Sakamoto Eduardo Bolsonaro reforça 'Tariflávio' ao rifar Pix A força do Velho Continente Na Europa, Holanda, Bélgica e Croácia sempre chegam com a expectativa de incomodar os gigantes pelo talento e bagagem de seus atletas. Desta vez, porém, os holofotes também se voltam para a Noruega, que retorna ao torneio após 28 anos de ausência. O grande trunfo dos nórdicos é o setor ofensivo: Alexander Sørloth (Atlético de Madrid) e Erling Haaland (Manchester City) balançaram as redes mais de 70 vezes juntos na temporada 2025/26. Para abastecer a dupla, a equipe conta com a genialidade do meia Martin Ødegaard, estrela do Arsenal. Já a Suíça aposta na experiência e no entrosamento. O elenco helvético terá 23 jogadores que atuam nas cinco principais ligas europeias, liderados pelos veteranos Ricardo Rodríguez e Granit Xhaka, que chegam à quarta Copa do Mundo de suas carreiras. A energia africana No continente africano, as atenções se dividem entre o Marrocos — semifinalista no Catar em 2022 e adversário de estreia do Brasil — e o Senegal, após a consistente campanha na Copa das Nações Africanas. Contudo, a Costa do Marfim corre por fora como uma ameaça. Os marfinenses contam com 14 jogadores nas principais ligas da Europa e mantêm a base campeã da Copa Africana de Nações de 2023 (12 atletas). O atacante Ange-Yoan Bonny, da Inter de Milão, chega credenciado por uma temporada consistente e é candidato a brilhar no torneio. Disciplina oriental Em franca ascensão, o Japão vem ganhando, a cada dia, mais respeito no mundo. Mais da metade do elenco atua no primeiro escalão europeu, e 13 remanescentes trazem a bagagem do último Mundial. Nas Eliminatórias, os Samurais Azuis exibiram uma consistência defensiva admirável, sofrendo apenas três gols em 16 jogos. Para completar, a equipe aprontou recentemente ao derrubar gigantes em amistosos, batendo o Brasil no fim do ano passado e a Inglaterra em 2026. Continua após a publicidade O fator casa Jogar com o apoio do torcedor e em ambiente familiar é uma vantagem histórica. Entre os três anfitriões, os Estados Unidos ostentam o maior potencial técnico para surpreender. O México, por sua vez, tenta repetir o retrospecto das duas vezes em que sediou o torneio (1970 e 1986), quando alcançou as quartas de final. Já o Canadá entra em campo com uma meta mais modesta, mas ainda assim histórica: conquistar a sua primeira vitória na história das Copas. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Resumo novela A Nobreza do Amor da semana: confira capítulos de 5/6 a 13/6 Princesa da Noruega entra na lista de espera para transplante de pulmão Pitty usa biquíni com estampa de Tarsila do Amaral: 'Abaporuzando' James Handy, de 'Jumanji', é assassinado nos EUA; enteado é suspeito Qual a camisa mais bonita da Copa do Mundo 2026? Vote!