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Análise dos Times

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Segue a temporada de bons jogos no Brasileirão. No Nilton Santos, Botafogo e Bragantino protagonizaram belo espetáculo, mais os cariocas que os paulistas. Logo de cara, aos 5 minutos, Danilo fez um golaço de fora da área, seguido do empate por Jhon Jhon, aos 14, ao aproveitar passe feito em cobrança de lateral, certamente para vergonha de Davide Ancelotti. Para evitar a ira italiana, o Glorioso tratou de marcar mais duas vezes antes do fim do primeiro tempo: Newton, aos 32, e Savarino, aos 46, em novo golaço, de fora da área. Na etapa final o alvinegro pôs o Braga na roda e aí o goleiro Cleiton e o travessão quase evitaram a goleada que o vareio botafoguense fazia por merecer, com futebol insinuante, alegre, de acordo com as melhores tradições do clube de General Severiano. Assim mesmo, nos acréscimos, Montoro ainda fez o 4 a 1, que bem poderia ser 6 a 1. Até porque, depois, Cleiton fez outra defesa salvadora e Montoro ainda atingiu a trave outra vez. O Bragantino desce a ladeira vertiginosamente e o Fogão vai galgando parâmetros como dizia Sebastião Lazaroni, técnico da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1990, na Itália. A nota negativa: apenas 13 mil botafoguenses no estádio.