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Esporte Auxiliar de Abel explica confusão com técnico do Guarani: 'Nos xingou' Do UOL, em São Paulo (SP) 15/02/2026 23h56 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Após o empate com o Guarani, o auxiliar de Abel Ferreira, João Martins, deu detalhes sobre a confusão no final do jogo. Ele e o técnico do Guarani, Matheus Costa, discutiram e foram expulsos pelo árbitro. Segundo Martins, o banco do Palmeiras foi xingado pelo treinador adversário. O que aconteceu A confusão começou depois que o Guarani chutou a bola para fora de propósito pedindo atendimento a Dentinho. O árbitro não parou a partida, e o Palmeiras seguiu o jogo. Nós nunca tivemos um problema com o banco adversário. Porque ali estão duas equipes crendo no melhor possível para sua equipe. É verdade, discutimos muito com o árbitro, mas nunca nos viram tendo problemas com o banco contrário . E o treinador nos xingou por tudo, nome de tudo, por nossa equipe ter jogado rápido. Mas, se fosse agora outra vez, eu gostaria que eles tivessem feito o mesmo. João Martins, auxiliar técnico do Palmeiras Juca Kfouri Corinthians se classifica, mas perde Yuri machucado Pedro Lopes Neymar ganha mais tempo para convencer Ancelotti Mauro Cezar Quem pede falta no gol de Paquetá prejudica o futebol Josias de Souza Apoio a Toffoli deixa Ciro Nogueira sem chão O auxiliar de Abel também pediu desculpas, mas disse que 'tem seus limites'. "O árbitro está lá para interromper o jogo. Não tem que por a bola fora, tem que jogar, o jogador já estava de pé, como foi visto. Agora, faltar ao respeito, ofender e ter aquelas atitudes, peço desculpas, mas tenho sangue quente. E tenho meus limites, sei que hoje passei dos limites e nada justifica isso, tenho que arcar com as consequências dos meus atos", disse. Assista a todos os jogos do Paulistão 2026 na HBO Max. Assine pelo UOL Play a partir de R$ 22,90/mês. Foi a primeira vez que, tanto eu, quanto o Abel tivemos um problema com o banco adversário. Mas ser ofendido daquela maneira, não. João Martins, auxiliar técnico do Palmeiras O técnico do Bugre também se manifestou sobre o ocorrido na coletiva de imprensa e minimizou a discussão. "É coisa de jogo. Máximo respeito pelo João, que estava representando o Abel. Na hora, foi um lance fair play, que a gente acaba jogando a bola para fora porque tinha um atleta nosso caído no chão", afirmou. E eles cobram rápido na sequência. Pode ter certeza se acontecer isso, independentemente do jogo, tem que dar atenção para quem está caído ali. E se o adversário jogar a bola para fora, a gente tem que repor e dar a bola para o adversário. Então, no meu ponto de vista, achei que teve uma atitude que poderia ser realizada de outra forma, uma atitude de fair play . Mas é do jogo, meu máximo respeito pelo Abel e sua comissão, parabenizar eles pela classificação. Matheus Costa, técnico do Guarani O Palmeiras enfrenta o Capivariano nas quartas de final do Paulistão, no próximo final de semana. O Guarani estava se classificando até o fim do jogo, mas o Capivariano fez um gol aos 51 minutos do 2º tempo e roubou o lugar do Bugre no mata-mata. O que mais João Martins falou Equipe mista e jogadores pendurados. "Às vezes temos que correr alguns riscos. Tivemos um jogo muito intenso na quinta, organizada, uma equipe dura, muito difícil. Chegamos ao CT às 5h da manha. No dia seguinte e em seguida, notou-se um cansaço acima do normal naqueles jogadores. E ontem à tarde tivemos que tomar decisões. E é isso, por causa da maratona, tivemos que correr alguns riscos. Assumimos esse risco, compartilharmos com os jogadores. Eles sabiam que no futebol não da para controlar tudo, mas da para evitar ao máximo, e se isso acontecer são situações de jogo. Temos um elenco grande e capacitado para jogar. Foi relativamente os que achávamos que iam estar mais preparados para esse jogo contra o Guarani". Continua após a publicidade Semana sem jogos. "Essa semana livre é muito importante para duas coisas: recuperar o acúmulo de jogos e situações que o calendário não nos deixa recuperar. Alguns traumas dos jogadores, alguns problemas, muitos desses jogadores não iniciam jogos aos 100% e tentaram ao máximo nesses 6, 7 dias para recuperar isso. E recuperar mentalmente aquele desgaste de viagem, de jogo, de concentração, volta, a carga emocional do jogo e conseguir desligar dois dias para forcarmos outra vez e prepararmos as quartas de final". Confusão e expulsão. "Eu estava fazendo um esforço nestes 10 jogos, arranjei algumas estratégias, não tinha nenhum cartão. Existe uma ética, pelo menos nós, se vocês repararem, nós nunca tivemos um problema com o banco adversário. Porque ali estão duas equipes crendo no melhor possível para sua equipe. É verdade, discutimos muito com o árbitro, mas nunca nos viram tendo problemas com o banco contrário . E o treinador nos xingou por tudo, nome de tudo, por nossa equipe ter jogado rápido. Mas, se fosse agora outra vez, eu gostaria que eles tivessem feito o mesmo. "No ano passado, nos começamos o Campeonato Brasileiro com uma regra clara que era: o árbitro não ia parar o jogo se algum jogador caísse, só se fosse choque de cabeças. Essa regra caiu seis meses depois e agora apitam por qualquer motivo. Essa era uma das regras, que foi quebrada, e a outra era que só iam ter assistências fora do campo, em 30 segundos o jogador ia para fora do campo. Que eram regras que davam tempo ao jogo, mas rapidamente essas regras desapareceram e eu gostaria de saber porque não continuamos com essas duas regras. Com o jogador ser atendido fora do campo e o jogo só seria interrompido se o árbitro visse um choque de cabeças ou algo muito violento. Mas, se for sempre assim, o Guarani já tinha perdido dois minutos por causa de tiro de meta, 30 segundos por causa de lateral, os jogadores sempre no chão. E eu iria dizer exatamente o mesmo aos meus jogadores, continuar a jogar, o árbitro está lá para interromper o jogo. Não tem que por a bola fora, tem que jogar, o jogador já estava de pé, como foi visto. Agora, faltar ao respeito, ofender e ter aquelas atitudes, peço desculpas, mas tenho sangue quente. E tenho meus limites, sei que hoje passei dos limites e nada justifica isso, tenho que arcar com as consequências dos meus atos. Mas foi a primeira vez que, tanto eu, quanto o Abel tivemos um problema com o banco adversário. Mas ser ofendido daquela maneira, não". Momento físico do elenco. "Vamos para quinta semana, normalmente são 5 semanas que nós usamos, que usávamos já no passado nos nossos trabalhos, porque na Europa tínhamos mais tempo. 7 dias. Normalmente, na quinta semana, começam as competições. Nós fizemos contas, esta é a quinta semana e a diferença é que já estamos com 11 jogos. Normalmente, em uma pré-temporada nossa, em cinco semanas eram 6 jogos, 7 jogos, uns jogavam um, outros jogavam outro. Aqui já estamos com 11. Mas é o que é, preparamos bem, sentimos os jogadores com mais energia. Mas sabendo que de três em três dias não há milagres, temos que tomar algumas decisões, correr alguns riscos. Mas sentimos o elenco, evoluir muito bem, relativamente, em relação aos primeiros cinco jogos". Paulinho e Arias. " Paulinho já falaram tudo, precisamos de tempo, evolução, vamos fazer com que as coisas corram bem, a evolução está sendo muito positiva. Mas essa é sem previsão. Em relação ao Arias, já treinou ontem e hoje, evoluiu bem. Ficou ali quatro ou cinco dias tratando de problemas pessoais para vir definitivamente. Já está integrado. E se tudo ocorrer bem, está a disposição o treinador para as quartas de final". 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