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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Craque todos os times precisam fazer em casa Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 26/08/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Allan, do Palmeiras, disputa bola com Cuiabano, do Vasco, em partida do Brasileirão Imagem: Miguel Schincariol/Getty Images Paulo Nobre foi quem descobriu a nova vocação do Palmeiras. A de formar craques em casa, coisa que o Palmeiras não fazia, ou pelo menos, não era sua maior tradição, até o presidente da revolução palmeirense tomar posse, em janeiro de 2013. Desde então, aconteceram as dez maiores negociações da história do clube, nove delas de jogadores formados na Academia: Estêvão, Endrick, Allan, Gabriel Jesus, Vítor Reis, Luís Guilherme, Danilo, Artur e Kevin. Richard Rios é o intruso. Flamengo e São Paulo também têm dez de suas maiores vendas formadas em casa. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O Flamengo foi campeão mundial de 1981 com oito jogadores feitos na Gávea, época em que o slogan era "Craque o Flamengo faz em casa." Continua sendo assim, mas a maior venda rubro-negra é Vinicius Júnior, em 2018, por 45 milhões de euros A lista segue com Paquetá, Reinier, Matheus França, João Gomes, Adriano Imperador, Reinaldo, Léo Duarte e Jorge. A ideia é igual. As datas, diferentes. O único intruso, Gérson, a quarta venda mais cara, jogador formado no Fluminense. Como no São Paulo, de Lucas Moura, Denílson, Beraldo, David Neres, Antony, Hernanes, Breno, Brenner e Edmílson, com Lucas Pratto intrometido, em nono lugar. As vocações de Santos, Flamengo, São Paulo, Corinthians de revelarem jogadores em casa são historicamente maiores do que a do Palmeiras. No Parque Antarctica, os jogadores nasciam na várzea, como Waldemar Fiúme, ou vinham do interior de caminhão, como Oberdan Cattani. Não que o Palmeiras não formasse jogadores talentosos, como Edu Manga, Gérson Caçapa, Pedrinho Vicençote, Alfredo Mostarda... Mas sua vocação era buscar jogadores fora. Hoje, não dá. No momento em que os times aqui importam jogadores estrangeiros que a Europa não quer. A marca do futebol brasileiro segue sendo a seleção e, para ser assim, é necessário revelar jogadores que possam atuar pelo Brasil. Além disso, o caminho mais curto e barato para ter grandes jogadores é formá-los. Como ensina o Barcelona. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim'