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Futebol Decisivo em 30 minutos: o plano da seleção para Neymar no mata-mata da Copa Danilo Lavieri , Paulo Vinicius Coelho (PVC) , Pedro Lopes e Thiago Rabelo Enviados do UOL, em Nova Jersey (EUA) 03/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti já revelou que Neymar quase entrou em campo na vitória por 2 a 1 do Brasil sobre o Japão em Houston na segunda-feira. Em um primeiro momento, ele entraria na segunda etapa. Depois, na prorrogação. Como a seleção conseguiu reagir, ele ficou no banco de reservas. O plano para a sequência da Copa passa por usá-lo em minutos decisivos, quando necessário. "Estávamos esperando o Neymar para a prorrogação. Falei com ele, ele entraria no minuto 60 ou 65. Empatamos o jogo e não queria mudar a estrutura porque a equipe tinha o controle do jogo", disse o treinador, depois do confronto contra o Japão. O UOL apurou que a avaliação interna da seleção brasileira, neste momento, é a de que Neymar pode atuar com a máxima intensidade por cerca de 30 minutos —a minutagem pode aumentar no decorrer da competição de acordo com a evolução física do camisa 10. Josias de Souza Zonzo, Flávio oscila entre autofagia e a trumpfobia PVC CR7 fica na Copa atrás de seus recordes Casagrande Como parar Haaland, um atacante 'muito cruel' Sakamoto Eleitores cruciais compram versão de Michelle Só que a sua entrada na equipe passa por um ajuste tático grande. Neymar hoje só é considerado pela comissão uma opção para a faixa central do ataque, e um jogador que precisa entrar em campo liberado de obrigações defensivas. A seleção de Ancelotti não costuma atuar dessa forma: os atletas que ocupam as posições ofensivas centrais, como Matheus Cunha, Igor Thiago ou até mesmo Endrick carregam obrigações defensivas e táticas importantes, em um sistema que busca potencializar Vinicius Júnior. O encaixe do camisa 10 é uma mudança significativa de sistema e que não foi devidamente testada durante a preparação. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Por isso, a entrada de Neymar requer um cenário no qual o time precise sacrificar equilíbrio defensivo diante da necessidade de um lampejo de genialidade no ataque. Ou, a grosso modo, esteja buscando resultado. Por isso, Neymar ia entrar na partida contra o Japão em torno dos 20 minutos do segundo tempo, mas Ancelotti optou por segurar a substituição depois que o Brasil empatou. Na sequência do jogo, o treinador percebeu que o time seguia agredindo o adversário, criando oportunidades e dando pouco espaço na defesa. Se a partida terminasse empatada, Neymar teria sido utilizado na prorrogação —a seleção, entretanto, fez o gol da vitória no minuto final, com Martinelli. Continua após a publicidade Para o confronto diante da Noruega, a estratégia vai se repetir. Neymar é visto como uma arma da seleção brasileira, mas com a lesão e o tempo que foi necessário para a sua preparação, a sua utilização dependerá de condições específicas. O Brasil encara a Noruega no domingo, às 17h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Portugal 2 x 1 Croácia | Melhores Momentos | Copa 2026 Esposa de tenente da Rota baleado fala em 'milagre' na recuperação Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 3/7 a 11/7 Tecnologia de chip na bola "decide" jogo entre Portugal e Croácia; veja Suíça controla, supera filho de Zidane e elimina Argélia com tranquilidade