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Dia de Libertadores com gosto de desafio inédito: o fluminense encara a altitude de La Paz, a cerca de 3.600 metros, buscando a primeira vitória da competição diante do bolivar. O técnico Luis Zubeldía admite que é um cenário novo para ele, mas já fala em adaptar a equipe, controlar a bola e buscar chutes de média distância para minimizar o impacto da altitude, lembrando a memória fisiológica de jogadores acostumados a subir em altura. [fonte 1] Entre os jogadores, Freytes, zagueiro do Fluminense, reforça que a bola corre diferente e que o gramado muda em altitudes elevadas; ele cita experiências no alianza lima para ilustrar a adaptação necessária. [fonte 1] Na prática do dia, o Fluminense soma apenas um ponto após duas rodadas no Grupo C — empate com Deportivo La Guaira e derrota para Independiente Rivadavia —, e a delegação viaja no início da tarde de quarta-feira para a Bolívia. Hulk é procurado pelo Fluminense e fica fora do jogo momentos antes da bola rolar, enquanto a novela envolve Atlético-MG para avançar por Hulk. [fonte 1] É o dia a dia do clube que carrega a história de gigante: ansiedade, orgulho e a responsabilidade de manter vivo o legado do Fluminense, mesmo diante de um desafio que é tanto climático quanto técnico. [fonte 1]