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Análise dos Times

Franca

Principal

Motivo: Artigo detalha a renovação e força da França, destacando Mbappé e jovens talentos, apresentando-a como forte candidata.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Espanha

Principal

Motivo: Destaca a renovação com De la Fuente, o estilo de jogo atualizado e a explosão de jovens como Lamine Yamal, indicando um ressurgimento.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Argentina

Principal

Motivo: Relata o ciclo pós-título com foco em amistosos de menor expressão, mas reconhece a manutenção da base e a possível participação de Messi.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: A matéria foca nos rivais, mencionando o Brasil como ponto de partida para a análise, mas sem aprofundar seu momento ou análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apresenta a Inglaterra como uma das melhores seleções recentes, com Tuchel e estrelas como Kane, mas a análise é interrompida.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Harry Kane Mbappé Lamine Yamal Lionel Scaloni Messi Luis de la Fuente França Brasil Didier Deschamps Thomas Tuchel Argentina Inglaterra Espanha

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte A um mês da Copa, como estão os principais rivais do Brasil rumo ao hexa? Thiago Arantes Colunista do UOL, em Barcelona 11/05/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Mbappé comemora gol pela seleção da França Imagem: FRANCK FIFE / AFP A seleção brasileira não chega como favorita à Copa do Mundo, que começa daqui a um mês, nos Estados Unidos, México e Canadá. Sexta colocada o ranking da Fifa, e com um ciclo de preparação acidentado, com quatro técnicos, a seleção pentacampeã Mas, afinal, quem são e como chegam as seleções que estão no topo das listas de favoritismo para ficar com a taça? França Finalista das últimas duas Copas do Mundo, a França manteve Didier Deschamps como treinador e conseguiu o que parecia impossível: renovou a seleção sem perder qualidade técnica. Pedro Lopes Seleção já previa Estêvão fora da Copa do Mundo Sakamoto Explosão revela problema que pode estourar em SP Graciliano Rocha Como a Elo avança para estrear em Wall Street Josias de Souza O bolsonarismo polarizou a bactéria Kylian Mbappé continua sendo a grande estrela, mas ganhou a companhia de Désiré Doué, Bradley Barcola (ambos do PSG), Rayan Cherki (Manchester City) e Michael Olisé (Bayern de Munique), todos revelações das últimas temporadas. A lista seria ainda maior com Hugo Ekitiké (Liverpool), mas o atacante está machucado e ficará fora do Mundial. Ousmane Dembélé virou protagonista mundial com a Bola de Ouro e a Champions Imagem: Facebook/PSG Ousmane Dembélé também não deixa de ser uma novidade. O ponta ambidestro chegará à sua terceira Copa em uma versão 2.0: mais participativo, mais inteligente e mais decisivo; além, é claro, de ter uma Bola de Ouro e uma Champions League no currículo. Em sua despedida da seleção, Deschamps tem dois grandes desafios. O primeiro é convocar apenas 26 jogadores, em um país que não para de produzir talentos. O segundo é equilibrar os egos de um vestiário que tem cada vez mais candidatos a protagonista e que perdeu lideranças importantes, como Hugo Lloris e Antoine Griezmann. Desde a final perdida nos pênaltis contra a Argentina, a França disputou 38 jogos, com 26 vitórias, seis empates e seis derrotas. A seleção de Deschamps caiu na semifinal da Eurocopa-2024 contra a Espanha e passou fácil pelas Eliminatórias, com cinco vitórias e um empate. Em março deste ano, a França enfrentou o Brasil e venceu por 2 a 1, mesmo jogando com um a menos desde os 10min do segundo tempo. Antes da Copa, a seleção francesa fará amistosos contra Costa do Marfim e Irlanda do Norte. No Mundial, o está no Grupo I, com Senegal, Noruega e Iraque. Continua após a publicidade Time-base: Maignan; Malo Gusto, Upamecano, Saliba e Theo Hernández; Tchouamení, Rabiot e Cherki; Olisé, Dembelé e Mbappé. A Espanha, de Lamine Yamal, está em alta e é uma das favoritas ao título Imagem: Getty Images Espanha Depois de três Copas do Mundo em que chegou como favorita e decepcionou, a Espanha renasceu pelas mãos de Luis de la Fuente — um treinador que foi de ilustre desconhecido a campeão da Eurocopa em menos de dois anos. O time que chega à Copa do Mundo mostra uma versão atualizada do modelo de jogo que dominou o mundo entre 2008 e 2012. A intenção de dominar a posse de bola e a qualidade técnica dos meio-campistas continuam: Rodri, Pedri, Fermín López, Zubimendi e Merino são algumas das opções no setor. Mas, nos últimos anos, a Espanha tornou-se também uma equipe letal nas transições e no jogo de 1 contra 1, fruto da explosão de Lamine Yamal como superestrela no Barcelona e do amadurecimento de Nico Williams. Continua após a publicidade O desafio da dupla, agora, é físico: Yamal chegará à Copa do Mundo em fase final de recuperação de uma lesão muscular, e Williams passou toda a temporada lidando com problemas físicos. O ciclo da Espanha pós-Qatar foi praticamente impecável: conquistou a Europa-2024, passou fácil pelas Eliminatórias da Copa, e chegou a duas finais da Liga das Nações, com um título e um vice, com derrota nos pênaltis para Portugal. Desde o último Mundial, foram somente duas derrotas no tempo regulamentar: um 2 a 0 contra a Escócia, em março de 2023, pelas Eliminatórias da Eurocopa; e um 1 a 0 contra a Colômbia, num amistoso em Londres, jogando com um time B — os titulares enfrentaram o Brasil quatro dias depois, no empate por 2 a 2, em Madri. Em março, os espanhóis teriam um de seus testes mais esperados do ciclo, na Finalíssima contra a Argentina, mas a partida foi cancelada por falta de acordo entre as federações para definir uma sede. Antes da Copa, os espanhóis farão amistosos contra Iraque e Peru. No Mundial, estão no Grupo H, com Arábia Saudita, Cabo Verde e Uruguai. Time-base: Unai Simón; Marcos Llorente, Cubarsí, Laporte e Cucurella; Rodri, Pedri e Fermín; Nico Williams, Oyarzábal e Lamine Yamal. Messi comemora gol pela seleção da Argentina Imagem: Clive Brunskill/Getty Images Argentina Campeã no Qatar em 2022, a Argentina teve um ciclo de quatro anos dividido em duas partes bem diferentes. Nos dois primeiros anos, passeou pelas Eliminatórias e conquistou a Copa América de 2024; mas, desde a conquista continental, optou por jogar amistosos contra seleções menores, fugindo de confrontos com grandes equipes europeias. Continua após a publicidade A tática não saiu da cabeça do técnico Lionel Scaloni, mantido no cargo após o título mundial. Foi uma decisão da diretoria da Asociación del Fútbol Argentino (AFA): disputar amistosos rentáveis, em países que não apenas pagavam para ter a campeã do mundo, como destinavam parte da renda à entidade. Assim, enquanto Brasil, Uruguai, Colômbia e os grandes europeus procuravam rivais de alto nível para amistosos, a Argentina enfrentava Porto Rico, Angola, Estônia e Indonésia. Se a qualidade dos rivais era duvidosa, o êxito esportivo é uma certeza: foram 15 amistosos no ciclo, com 15 vitórias, 49 gols marcados e apenas dois sofridos. O elenco é parecido com o que levou a taça em dezembro de 2022, mas há uma mudança importante: Lionel Messi e Rodrigo de Paul trocaram o futebol europeu pela Major League Soccer, dos Estados Unidos. O impacto real da mudança será visto em campo quando a bola rolar. A grande novidade na convocação deve ser Nico Paz, revelação da Série A italiana pelo Como. Sobre Messi, há que se acrescentar que o camisa 10 passou todo o ciclo sem dar muitas pistas sobre sua participação naquela que seria a sexta Copa da carreira. A um mês do jogo de abertura, ele ainda não confirmou que estará em campo, mas a tendência é que seja convocado por Scaloni. O ciclo da Argentina, marcado por amistosos pouco importantes e triunfos no futebol de âmbito continental, teve 37 jogos, com 29 vitórias, quatro empates e quatro derrotas — para Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai, todas nas Eliminatórias. Contra o Brasil, foram dois encontros, com vitórias por 1 a 0 contra o Maracanã e a histórica goleada por 4 a 1 no Monumental. Na Data Fifa de março, os argentinos venceram Mauritânia e Zâmbia. Antes da Copa, a seleção enfrentará Honduras e Islândia. A equipe de Messi está no Grupo J do Mundial, com Argélia, Áustria e Jordânia. Continua após a publicidade Time-base: Dibu Martínez; Molina, Romero, Otamendi e Tagliafico; Paredes, Mac Allister e Enzo Fernández; Messi, Julián Álvarez e Thiago Almada. Harry Kane, da Inglaterra, comemora gol contra a Albânia pelas Eliminatórias Europeias Imagem: Reuters/Peter Cziborra Inglaterra Na Copa do Mundo em que completará 60 anos desde seu último título mundial, a Inglaterra chega com uma das melhores seleções que montou nessas seis décadas de jejum. O técnico é o alemão Thomas Tuchel, campeão da Champions League com o Chelsea em 2021, e o elenco está recheado de estrelas, como Harry Kane — artilheiro da temporada no futebol mundial —, Declan Rice, Bukayo Saka e Jude Bellingham. O ciclo dos ingleses começou com a mudança no comando: Tuchel substituiu o desgastado Gareth Southgate. A expectativa era enorme para a Eurocopa, mas os ingleses pararam novamente na final em 2024, desta vez contra a Espanha. Continua após a publicidade Apesar da decepção, a Inglaterra juntou os cacos rapidamente: passeou nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, com a melhor campanha entre os europeus. Foram oito vitórias em oito jogos, com 22 marcados e nenhum sofrido. Desde a queda nas quartas de final do Qatar-2022, contra a França, o futebol inglês produziu novos talentos, que devem ganhar espaço neste Mundial. A lista tem nomes como Cole Palmer (Chelsea), Morgan Rogers (Aston Villa), Kobbie Mainoo (Manchester United) e Noni Madueke (Arsenal). Em março de 2024, a Inglaterra recebeu o Brasil em Wembley e perdeu por 1 a 0, com gol de Endrick, o primeiro do atacante pela seleção. Na última Data Fifa, em março deste ano, dois tropeços acenderam a luz de alerta: empate por 1 a 1 com o Uruguai e derrota por 1 a 0 diante do Japão. Desde a Copa do Qatar, foram 35 partidas, com 27 vitórias, oito empates e seis derrotas. Antes do Mundial de 2026, a Inglaterra fará amistosos com Nova Zelândia e Costa Rica. A estreia no torneio acontece contra a Croácia, pelo Grupo L, que tem ainda Panamá e Gana. Time-base: Pickford; Reece James, Guéhi, Konsa e Nico O´Reilly; Rice, Bellingham e Morgan Rodgers; Saka, Gordon e Kane. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Justiça do DF condena Valdemar por ter dito que 8/1 foi organizado pelo PT Por unanimidade, Segunda Turma do STF mantém prefeito tiktoker no cargo Wesley Batista elogia EUA e filho de Trump brinca: 'Está contratado' Quina acumula, e prêmio vai a R$ 17,5 milhões; confira as dezenas Pré-lista de Ancelotti para Copa tem Neymar e Pedro, e Estêvão ausente