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Esporte Futebol Copa do Mundo 'Brasil precisa ter convicção', diz PVC sobre jeito de jogar da seleção Do UOL, em São Paulo 18/07/2026 09h28 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Brasil precisa construir uma identidade de jogo, como Argentina e Espanha fizeram à sua maneira, avaliou Paulo Vinícius Coelho (PVC) no Posse de Bola , do Canal UOL. O debate no programa passou pela ideia de "jeito brasileiro" e pelo contraste entre projetos de longo prazo e soluções de curto prazo. Para PVC, o ponto central não é copiar um modelo, e sim ter convicção. Não precisa ser o mesmo jeito de jogar, mas o Brasil precisa ter uma identidade. PVC Joildo Santos Pix virou motivo de tarifa porque funcionou bem Paulo Camargo Os jovens perderam a ambição de serem líderes? Alicia Klein Disputa do 3º lugar: o jogo que deveria ser um e-mail Julián Fuks Elogio da desistência: o fantástico caso de Messi PVC citou o Brasil campeão de 2002 para argumentar que até um time vencedor pode ter características próprias sem depender de dominar a posse de bola o tempo todo. Para ele, a discussão sobre "jeito" passa por reconhecer o que se quer ser em campo. Mauro Cezar Pereira disse que não enxerga um "jeito brasileiro" há muito tempo e apontou falta de projeto na CBF. Na visão dele, cada treinador que chega aplica o próprio modelo, sem uma diretriz mais ampla. O fato é que o Brasil não tem nenhuma identidade de jogo, não tem nenhum projeto nesse sentido. Contrata o técnico, coloca o técnico e entrega a ele: Faz aí, do seu jeito. Sempre do seu jeito. Mauro Cezar Pereira Arnaldo Ribeiro ponderou que a escolha entre identidade e resultado pode virar um dilema, especialmente com o peso do jejum de títulos. Ele lembrou que, em 1994, o discurso foi o de "ganhar de qualquer jeito", em oposição ao imaginário de 1982. Depende muito do que for mais importante a partir de agora. Se é reencontrar ou encontrar uma identidade de jogo, como eles estão falando, ou quebrar o jejum de títulos. Porque às vezes essas coisas são excludentes. Arnaldo Ribeiro Na sequência, PVC usou a Espanha como exemplo de construção de identidade ao recontar a origem do "tiki-taka" e a mudança de referência da seleção ao longo dos anos. Para ele, o essencial é o Brasil decidir "o que pretende fazer", mesmo que isso gere estranhamento. Continua após a publicidade Relacionadas 'Brasil não tem nenhuma identidade de jogo', diz Mauro Cezar Vale a pena? Quanto a Fifa paga pelo terceiro lugar da Copa do Mundo Rivalidade com Argentina começa aqui, mas racismo a piora, diz sociólogo Então, acho que a questão é ter alguma convicção do que se pretende fazer. Mas precisa ter uma identidade. PVC Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Campeão com a Espanha em 2010 faz apelo a Trump para ir à final da Copa Atentado a tiros em conveniência deixa três mortos e dois feridos no Paraná Aluno sofreu reação alérgica após 'banho com óleo' em escola de aviação Antonelli lidera, Hamilton bate e Bortoleto é nono em treino na Bélgica Técnico da Espanha, De la Fuente é vaiado e rebate: 'Vamos ser respeitosos'