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Em ares de crônica de campo, o dia do Brasil amanheceu com uma dúvida que não cabe em planilha: Neymar, o camisa 10 que carrega a esperança do ataque, segue sob incerteza. A ressonância detectou lesão grau dois na panturrilha, e a previsão é de duas a três semanas de recuperação, segundo o médico Rodrigo Lasmar na Granja Comary, marcando o relógio de tempo que acompanha cada treino e cada fala [ ]. Entre números e pranchetas, o pano de fundo é claro: Neymar não treinou com o grupo até aqui e já soma quase 30 dias sem atividades em campo, um limiar que transforma a convicção em questionamento. O âmbito da Copa do Mundo, a cada notícia, ganha contornos de drama coletivo — o clamor pela convocação, a memória de lesões passadas e a dúvida sobre até onde o clube pode sustentar o talento sem abrir mão da cautela [ ]. O calendário não espera, e a equipe brasileira já sabe que o próximo compromisso é na sexta-feira, diante do Haiti, na Filadélfia. A incerteza de Neymar paira sobre o estilo de jogo: como o time vai reagir sem o seu maestro e que impacto terá a ausência no engrenar do coletivo — perguntas que riscam a manhã de torcedores, jornalistas e ex-jogadores, como se a janela da Copa refletisse sobre cada decisão tomada hoje [ ]. Entre curiosidades, rumores e a pressão de uma camisa pesada, o dia de cobertura também revela o tom humano da história: a busca pela melhor forma física, a responsabilidade com a seleção que carrega o peso de uma nação, e a esperança de ver Neymar de volta ao campo — com o tempo certo, no ritmo certo, para que o Brasil tenha a força máxima na Copa do Mundo quando a hora chegar [ ].