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Futebol MP investiga suposta superlotação do Maracanã; CEO vê inquérito 'midiático' Bruno Braz Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ) 11/09/2026 12h21 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O CEO do consórcio do Maracanã, Fred Nantes, classificou a investigação do Ministério Público sobre uma possível superlotação e vendas a mais de ingressos para jogos de Flamengo e Fluminense como "uma coisa muito mais midiática do que qualquer outra coisa". A resposta aconteceu durante uma entrevista coletiva hoje (11), no estádio, para tratar das condições atuais do gramado, que tem sido muito criticado por jogadores e treinadores. Antes do evento, foi comunicado à imprensa de que o CEO responderia apenas perguntas referentes ao tema, mas quando indagado pelo UOL sobre o MP, o executivo não se recusou a comentar. Realmente não vamos responder nada sobre outras perguntas, mas sobre a investigação do Ministério Público, nós vamos responder. A gente já respondeu não sei quantas vezes o Ministério Público, mas sobre todas as informações que eles pediram, nós vamos responder dentro do prazo, pelas redes oficiais, como a gente sempre fez. Eu vejo uma coisa muito mais midiática do que qualquer outra coisa. Nós temos uma ótima colaboração com o Ministério Público, trabalhamos muito bem com eles, vamos prestar todas as informações que eles solicitaram, como já solicitaram várias outras vezes Fred Nantes, CEO do Maracanã Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo A investigação O Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEDEST/MPRJ) instaurou inquérito, na última quarta-feira (26), para investigar a possível superlotação em alguns setores do estádio durante jogos que tiveram como mandantes o Flamengo e o Fluminense. Os dois clubes são os atuais administradores do estádio, através da empresa Fla-Flu Serviços S.A. O documento aponta que, entre dezembro de 2025 e agosto deste ano, foram identificadas partidas com indícios de que o número de ingressos emitidos para determinados setores pode ter superado a capacidade dos locais. Em ofício, o MPRJ pediu esclarecimentos sobre o número total de ingressos emitidos para as partidas analisadas, incluindo vendas, cortesias e gratuidades, discriminados por setor, assim como sobre o número de ingressos efetivamente utilizados, correspondente ao número de pessoas presentes no estádio, também discriminado por setor. Além disso, o órgão questiona se há justificativa para as discrepâncias observadas entre o número de ingressos disponibilizados para cada setor e o acesso de um número de pessoas superior à capacidade. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump