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Futebol Aproveitamento do São Paulo cai a cada troca de técnico desde Zubeldía Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 25/08/2026 05h30 Deixe seu comentário Dorival Júnior, técnico do São Paulo, durante classificação sobre o Bolívar, pela Sul-Americana Imagem: Alexandre Schneider/Getty Images Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× As constantes demissões e contratações no comando do futebol viraram rotina no Morumbis, e a conta dessa instabilidade continua chegando. Em pouco mais de um ano, o São Paulo transformou seu banco de reservas em uma porta giratória: foram três trocas de comando e quatro treinadores diferentes no cargo desde junho de 2025. O resultado não foi a evolução esperada, mas uma queda livre no desempenho dentro de campo. O aproveitamento do Tricolor diminui a cada mudança e, agora, o time está três pontos acima da zona de rebaixamento do Brasileirão e briga para voltar a vencer na competição após quatro meses de apenas empates e derrotas. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Instabilidade, trocas e piora do desempenho Luis Zubeldía, técnico do São Paulo, durante jogo contra o Náutico na Copa do Brasil Imagem: Marcello Zambrana/AGIF O último trabalho que durou mais de um ano no São Paulo foi o de Luis Zubeldía. O argentino chegou ao clube em abril de 2024 e saiu em junho do ano passado. Classificação e jogos Brasileirão O Tricolor sob o comando do argentino não teve continuidade devido às oscilações, mas apresentou bons resultados: foi o sexto colocado do Brasileirão em 2024 e parou nas quartas de final da Libertadores e da Copa do Brasil. No ano seguinte, a instabilidade interrompeu a passagem de Zubeldía, que deixou a equipe em primeiro lugar no grupo da Libertadores, mas em 14º na Série A. Ao todo, foram 37 vitórias, 24 empates e 21 derrotas, com um aproveitamento de 55%. Com Hernán Crespo, o São Paulo foi eliminado nas quartas da Libertadores e encerrou 2025 em oitavo no Brasileiro, com uma campanha sólida. Em 2026, chegou a liderar a Série A e o time parecia ter engrenado, com massivo apoio da torcida a Crespo, mas divergências internas tiraram o treinador do clube . O argentino comandou o Tricolor em 46 jogos, com 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas, com 50,7% dos pontos disputados. Continua após a publicidade Foi a vez de Roger Machado, que chegou sob protesto da torcida, em março. Ele teve bons resultados nas primeiras semanas, mas o desempenho da equipe oscilou e, sob pressão, foi demitido após a eliminação para o Juventude na Copa do Brasil. Roger havia encontrado o time brigando pela liderança e o deixou na quinta posição , além do primeiro lugar na chave da Sul-Americana. Seus números foram ligeiramente inferiores aos de Crespo, mas com uma notória queda de desempenho. Ao todo, 17 jogos e 49% de aproveitamento, com sete vitórias, quatro empates e seis derrotas. Queda brusca com Dorival Por fim, com Dorival Júnior, a situação atinge seu ponto mais crítico. O São Paulo na terceira passagem do treinador tem um aproveitamento de 33,33% e soma duas vitórias, cinco empates e quatro derrotas em 11 partidas. Na Sul-Americana, um suspiro: passou pelo Bolívar e enfrentará o Boca Juniors nas quartas de final. No Brasileirão, porém, o cenário assusta: não vence desde abril. A derrota de domingo (23) não só deixa o Tricolor Paulista mais perto do Z4 como confirma o péssimo momento na competição: favorito no confronto, um time desorganizado e pouco criativo concedeu ao lanterna do campeonato sua segunda vitória em 23 jogos, com uma performance abaixo da crítica. "Era um jogo-chave, importante. Inadmissível não termos alcançado o que queríamos aqui. Fico até sem palavras para defender uma situação. Não é fácil, não é simples. Para todos nós, vergonhoso, e temos que ter consciência do tamanho do clube e o que representa", afirmou Dorival após o jogo , dando o tom do que foi sua equipe em campo. Continua após a publicidade Agora, três pontos à frente do Mirassol, o 17º colocado, a atual conjuntura pressiona o trabalho de Dorival: os são-paulinos disputarão as próximas rodadas com a urgência de vencer no Campeonato Brasileiro, o que não ocorre há exatos quatro meses. O próximo compromisso será contra o Red Bull Bragantino, no sábado (29), às 20h. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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