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Domingo de Santos no campo, onde a gente sente o pulso da torcida: Vojvoda ousou e testou pela primeira vez uma linha com tres zagueiros, buscando salvação tática para a reta final do Brasileirão e para responder ao cansaço de um ciclo intenso. Achar o equilíbrio não é fácil, mas a aposta já revela o tom do clube: coragem e construção, ainda que o cansaço vá se impondo a cada minuto. O jogo começou com um susto: Joaquín Correa aproveitou uma falha na saída santista para abrir o placar logo nos primeiros momentos, marcando a ideia de que as casações defensivas teriam de ser bem afiadas. Frías e Igor Vinícius foram citados como responsáveis pelas falhas que geraram o gol, reforçando a leitura de que o Santos ainda precisa ajustar o encaixe entre linha de defesa e meio-campo [ ], [ ]. Na montagem tática da etapa seguinte, a linha de três foi desfeita no intervalo: Frías saiu para dar fôlego ao time, e o Santos encontrou espaço para crescer. O elenco mostrou boa lucidez na ligação ofensiva, especialmente no cruzamento que resultou no empate, com destaque para o jogador que marcou o gol santista — Souza — consolidando um ponto que não desiste da luta pela vaga no Brasileirão [ ]. O empate manteve o Santos na 16ª posição, com 32 pontos, uma posição que mantém acesa a chama da classificação e alimenta o debate sobre o desenho tático para os próximos compromissos da temporada, sem perder o espírito de luta que ficou explícito na partida de hoje [ ], [ ].