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Só para assinantes Assine UOL Opinião Samba, samba, samba oh-Dembélé Juca Kfouri Colunista do UOL 26/06/2026 17h59 Deixe seu comentário Dembélé comemora triplete marcado pela França contra a Noruega Imagem: Dylan Martinez/REUTERS Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O francês Ousmane Dembélé não ganhou a Bola de Ouro por acaso. Nem está doente. Samba, samba, samba, oh-Dembélé Julián Fuks Elogio dos amores menos absolutos Mariana Barbosa Fraude na Americanas tem perguntas sem respostas Marco Antonio Sabino Pelos números, Tarcísio já ganhou; será tão fácil? Paulo Camargo Carlo Ancelotti não é brasileiro; e daí? Craque voltado para o coletivo e muito na dele, hoje resolveu mostrar aos noruegueses como se faz um triplete em meia-hora. Também porque a Noruega preferiu ser segunda no grupo e pegar a Costa do Marfim na segunda fase em vez de ficar com o primeiro lugar e enfrentar a Suécia. Daí poupou seus titulares e não permitiu ao torcedor ansioso por grande jogo ver os craques Odegaard e Haaland. Restou curtir a arte de Dembélé, primeiro gol de direita, segundo e terceiro de esquerda, além de Mbappé, Olise, Dué, bailarinos em ritmo de treino para fazer os suecos tremerem diante da TV. A má vontade norueguesa era tal que nem mesmo um pênalti logo no começo do segundo tempo foi aproveitado por Larsen, ao cobrá-lo fracamente e permitir fácil defesa de Maignan. Nem mesmo o gol recebido de presente no minuto seguinte ao 2 a 0, com a defesa francesa desconcentrada na comemoração do gol, ao trocar o Sambalelê por La vie en rose. Continua após a publicidade Aos 65 minutos o astro do jogo deixou o gramado em Boston e Haaland seguia no banco. Sem Dembélé e sem o Cometa, restavam Mbappé e Dué, porque Olise também saiu. Não era pouco, mas o olhar otimista dos brasileiros já conta com a Noruega pela frente nas oitavas de final, por mais cedo que seja para pensar nisso, enquanto Oscar Bobb desperdiçava chance mais fácil que a cobrança de pênalti. Definitivamente, os noruegueses não queriam correr o risco de alterar o chaveamento, escolha preferencial por ficar do lado do Brasil, para quem, sempre é bom lembrar, jamais perderam em quatro confrontos, com duas vitórias, uma delas na Copa de 1998, na França. E assim foi. Nos acréscimos Dué fez um gol de cabeça, em passe de Barcolá, para sacramentar o 4 a 1. Uma tarde que prometia dos melhores jogos desta Copa acabou meio frustrante por causa do pragmatismo norueguês, que não combina muito com a valentia dos vikings. Continua após a publicidade Vai ver não se fazem mais vikings como antigamente. Vamos pegá-los na curva? Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 'Vestiário arruinado': os desabafos do Uruguai após eliminação na Copa Com todos em campo, seleção brasileira treina como furar retranca do Japão Flávio Bolsonaro diz que briga com Michelle é 'página virada' para ele Mattos: Bielsa fez um monte de maluquices que detonaram o Uruguai João Vicente diz que 'deu prensa' em ator da Globo após ciúme de namorada