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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Príncipe é o dono de time mais rico do mundo; top 10 tem 2 'brasileiros' Rafael Reis Colunista do UOL 20/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Mohammed Bin Salman é dono do Newcastle e de mais 3 times na Arábia Saudita Imagem: O Antagonista Na semana passada, o Al-Hilal deixou de ser um clube estatal. O PIF (sigla em inglês para Fundo de Investimento Público) do governo da Arábia Saudita vendeu os 70% das ações que possuía e, consequentemente, o controle da agremiação para o príncipe Alwaleed bin Talal, membro da sua família real. Na prática, isso significa que o antigo time de Neymar deu uma bela empobrecida. Saiu das mãos do dono de equipes de futebol mais rico do planeta para ser administrado por alguém que não está nem entre os dez maiores nomes dessa lista. Não que Bin Talal tenha pouca grana. Segundo a revista "Forbes", sua fortuna está estimada em US$ 21,4 bilhões (R$ 106,5 bilhões). Só que essa quantia é insuficiente para colocá-lo no top 10 dos grandes bilionários que investem na modalidade e muito menos para fazer frente ao antigo proprietário do Al-Hilal. Josias de Souza PT morde STF após Lula soltar mão de Moraes Sakamoto Horror de Trump é racional demais, e não loucura Luciana Bugni Tadeu, Ana Paula, luto e quando a tela não basta André Santana Krenak e Vanda Machado: o futuro ancestral é agora Afinal, desde que comprou o Newcastle, em 2021, e começou a investir em futebol, Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro do trono da Arábia e responsável direto pelo PIF, é o dono de clube de maior fortuna no planeta. A questão é que ninguém sabe ao certo quanto dinheiro ele tem. Seu dinheiro está estimado entre US$ 700 bilhões e US$ 1,4 trilhão (até R$ 6,9 trilhões) e corresponde a todas as reservas de petróleo e outros recursos naturais sob o solo saudita. Com a recém-concluída venda do Al-Hilal, Bin Salman, por meio do PIF, é hoje acionista majoritário de quatro times: o Newcastle, da Inglaterra, além dos locais Al-Nassr (onde joga Cristiano Ronaldo), Al-Ahli e Al-Ittihad. O segundo lugar no ranking dos donos de clubes mais ricos do futebol mundial também é de um monarca que representa um estado: o xeque Tamim bin Al Thani, do Qatar, que injeta dinheiro no Paris Saint-Germain e cuja família possui fundos na casa de US$ 335 bilhões (R$ 1,7 bilhão). Quem completa o pódio é o proprietário de outra equipe da capital francesa, o Paris FC, liderado por Bernard Arnault, sócio majoritário da LVHM, holding que inclui várias grifes de luxo, como Dior, Louis Vuitton e TAG Heuer. Sua fortuna está avaliada em US$ 157,6 bilhões (R$ 784,8 bilhões). E o Brasil? Nenhum empresário brasileiro chega sequer perto da parte de cima do ranking dos donos de times de futebol mais endinheirados do planeta. No entanto, dois clubes da primeira divisão brasileira possuem proprietários com posições de destaque na lista. Continua após a publicidade Relacionadas Time que consagrou brasileiros mira novo nome e volta à elite após 9 anos Futuro canarinho? 7 garotos que o Brasil pode 'roubar' de outras seleções Vini Jr. pode encurtar temporada e ter 'mês livre' para preparação pré-Copa Responsável por gerir o Bragantino e todo o restante do Grupo Red Bull (Leipzig, Salzburg, New York e Omiya Ardija, além de participações menores em outras equipes), o empresário austríaco Mark Mateschitz ocupa a quarta colocação no ranking, com fortuna estimada em US$ 45,8 bilhões (R$ 228 bilhões). Já o xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, dos Emirados Árabes Unidos, responsável pelo dinheiro do Grupo City (Manchester City, Bahia e mais nove clubes espalhados pelo mundo) aparece um pouco mais abaixo na lista, em sétimo, com aproximadamente US$ 30 bilhões (R$ 149,3 bilhões). Os donos de times mais ricos do mundo Príncipe Mohammed bin Salman (Newcastle-ING e clubes sauditas): fortuna imprecisa Xeque Tamim bin Al Thani (Paris Saint-Germain-FRA): US$ 335 bilhões Bernard Arnault (Paris FC-FRA): US$ 157,6 bilhões Mark Mateschitz (Grupo Red Bull): US$ 45,8 bilhões Irmãos Hartono (Como-ITA): US$ 43,8 bilhões Idan Ofer (Famalicão-POR): US$ 35,4 bilhões Xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan (Grupo City): US$ 30 bilhões François Pinault (Rennes-FRA): US$ 27,7 bilhões Stan Kroenke (Arsenal-ING e Colorado Rapids-EUA): US$ 22,2 bilhões David Tepper (Charlotte FC-EUA): US$ 23,7 bilhões Fonte: Forbes e FourFourTwo Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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