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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras vence a seu estilo, Arias melhor em campo e sem margem a reclamar Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 02/08/2026 17h50 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jhon Arias comemora gol pelo Palmeiras, na Copa do Brasil Imagem: Marcello Zambrana/AGIF O melhor jogo do Palmeiras é o da pressão. Sobe marcação, dificulta a saída de bola do advesário, recupera no campo de ataque e chega ao gol rapidamente. Como foi contra o Coritiba, como tentou fazer contra o Atlético e, sem sucesso, acabou por perder em casa. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O primeiro tempo do Palmeiras foi assim. Mas, sem que as recuperações no ataque se transformassem em gols, fica sempre parecendo que o time de Abel Ferreira tem muito volume e pouca efetividade. Na primeira etapa, dezesseis cruzamentos, só um certo, nenhum desarme ou interceptação na parte ofensiva. No segundo, o primeiro desarme no ataque, de Jhon Arias, já resultou em gol de Maurício, após passe de Ramon Sosa. A intenção era a mesma, a percepção, diferente. Em vez de parecer um time com muito volume de jogo e pouca produtividade, o voluan se equilibrou com as chances de gol, com as interceptações (3) e os desarmes no ataque (3), até fazer o segundo gol, aos 19 minutos. Veio o terceiro, com Flaco López aproveitando rebote de Arthur. O trio de arbitragem marcou impedimento e foi corrigido pelo vídeo. Com 3 x 0 e jogo de volta em Cuiabá, o Palmeiras está praticamente classificado para as quartas-de-final da Copa do Brasil, depois de três anos de ausências. Jhon Arias foi, de longe, o melhor da partida. Mas há erros de passes em saída de jogo ou, em alguns momentos, por tentar apressar o ritmo da partida. O Palmeiras não precisa ter pressa. Tudo leva a crer que ganhará algum campeonato importante neste ano. Também não precisa gritar. Leila Pereira disse que a nota do Flamengo pedindo decisões equilibradas de arbitragem foi "cara-de-pau." Digamos que num país em que há erros de arbitragem todos os dias e para todos os lados, a nota rubro-negra foi fora de hora. Até porque o Flamengo não tem jogo para realizar neste final de semana. Como sua avó dizia, cabeça vazia, oficina do diabo. Continua após a publicidade O Brasil precisa solucionar e profissionalizar sua arbitragem. Dizer, sem provas, e nem sequer com estatísticas, que um time parece ser mais beneficiado do que outro, só serve para aumentar a pressão sobre os árbitros e dificultar mais ainda o trabalho árduo de evolução da arbitragem. O Flamengo não foi bem na nota do final de semana. O Palmeiras não deu margem a reclamação na vitória sobre o Fortaleza. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento'