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Só para assinantes Assine UOL Reportagem O Bahia está de volta ao G4 e dá o troco ao Remo Juca Kfouri Colunista do UOL 14/09/2026 22h00 Deixe seu comentário Jean Lucas, do Bahia, comemora gol contra o Remo, pelo Brasileirão Imagem: Walmir Cirne/AGIF Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Bahia vinha de três derrotas seguidas para o Remo. Uma no primeiro turno do Brasileirão, e por 4 a 1, outras duas pela Copa do Brasil, 2 a 1 em Belém, 3 a 1, Salvador. O Bahia estava com o Remo literalmente atravessado na garganta. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Hoje, na Fonte Nova, era noite para os baianos superarem o Fluminense e voltarem ao G4 e deixar os paraenses em penúltimo lugar. Em um primeiro tempo de absoluto domínio, o 1 a 0, gol de Jean Lucas, aos 19 minutos, não fosse por Marcelo Rangel, elogiado antes do jogo como autor da "melhor defesa dos últimos dez anos", contra o Flamengo, no Mangueirão, o resultado teria sido bem mais elástico. Restava a etapa final e todo cuidado seria pouco para evitar nova surpresa remista. Qualquer vacilo poderia ser fatal e o tricolor vacilava, perdia gols — e quando não os perdia, Rangel os evitava. Como os donos da casa não liquidavam o jogo, os visitantes punham as mangas de fora, e manga paraense é coisa séria, não por acaso Belém ser chamado de a Cidade das Mangueiras. Aliás, para reforçar o manguezal, Alef Manga estava em campo desde o 4º minuto do segundo tempo, no lugar de Jajá. Continua após a publicidade Eu não quero ser chato e repetitivo, mas vou ser: é incrível a dificuldade em fazer gols dos atacantes da atualidade. Sim, os goleiros melhoraram muito, são cada vez maiores e mais ágeis, mas pelamordedeus! Como o Flamengo diante do Corinthians, o empate seria castigo imerecido, só que o Remo passou a ameaçar. Quase 35 mil torcedores sofriam desnecessariamente e Éverton Ribeiro, Caio Alexandre e Ademir foram para o jogo, aos 35, nos lugares de Erick Pulga, Jean Lucas e Acevedo. Enfim, aos 45, Juba, em cobrança de pênalti, fez o 2 a 0 do alívio, do troco, do fim da tensão. O pênalti foi cometido em Alejo Véliz, em passe de Ademir, para o Bahia que completou 11 jogos invicto. Aos 48, porém, Everton Ribeiro fez pênalti em Gabriel e Vitor Bueno proporcionou mais um minuto de expectativa. Continua após a publicidade A Fonte Nova não aplaudiu. Urrou de alívio e alegria. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro'