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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O artigo foca na derrota do Palmeiras, criticando atuações individuais e táticas, e aponta a dificuldade da remontada.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Ldu

Motivo: A LDU é apresentada como superior na altitude, mas o foco da crítica é o Palmeiras, não exaltação direta do rival.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Mencionado como próximo adversário no Brasileirão, sem juízo de valor sobre o time em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado como rival na liderança do Brasileirão, de forma neutra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Usado como exemplo histórico de remontada, sem viés atual.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

libertadores palmeiras abel ferreira flamengo ldu giay khellven vitor roque botafogo cruzeiro paulo vinicius coelho rodrigo mattos allan andreas pereira raphael veiga piquerez paulinho weverton lucas evangelista flaco lopez felipe anderson alzugaray bryan ramírez emiliano martinez anibal moreno carlos miguel gabriel villamíl

Conteúdo Original

Em Quito, a noite foi de ar rarefeito e golpe duro: a LDU abriu 3 a 0 no Palmeiras ainda no primeiro tempo da semifinal da Libertadores, com Gabriel Villamíl duas vezes e Alzugaray de pênalti, em 45 minutos que pesaram nas pernas e na cabeça [ , , ]. Abel Ferreira chamou o 0 a 3 de “derrota pesada”, reconheceu a superioridade do rival na altitude e, ainda assim, martelou o mantra: “90 minutos no Allianz Parque é muito tempo” — repetiu cinco vezes na coletiva — apostando numa remontada diante da torcida; a queda encerrou a invencibilidade alviverde na competição, que vinha de nove vitórias e um empate, e o técnico ainda disse ter dúvidas sobre o pênalti marcado [ , ]. Do lado de fora, a lupa foi para as escolhas: Alicia Klein viu erro em começar com Raphael Veiga num jogo físico na altitude; Paulo Vinícius Coelho e Rodrigo Mattos cobraram a falta de ajuste durante o abafa equatoriano, criticaram as laterais expostas, a decisão por Khellven e até a missão defensiva dada a Felipe Anderson — “errou quase tudo”, resumiu Mattos [ , ]. E houve diagnóstico recorrente: com Andreas Pereira de segundo volante, o time ganhou fluidez, mas escancarou a entrada da área; para a volta, a palavra de ordem é equilíbrio entre ferocidade ofensiva e proteção do meio [ ]. No vestiário, a fé não ficou no saguão do aeroporto: Piquerez falou em “deixar a vida” e Giay garantiu que “esse time obriga isso” — a promessa de um Allianz Parque elétrico para tentar o impossível virou combustível de bolso [ ]. O departamento médico entrou em campo: Abel revelou que Aníbal Moreno estava no banco, mas lesionado — edema na panturrilha esquerda — e pode virar desfalque já contra o Cruzeiro; Weverton, Lucas Evangelista e Paulinho seguem fora, enquanto Emiliano Martínez e Allan aparecem como alternativas de composição no meio [ ]. Na lupa dos desempenhos, a empolgação derreteu: seis gols sofridos em dois jogos, Khellven em sua pior noite, Murilo superado por Bryan Ramírez no terceiro gol e Emiliano Martínez sem acompanhar Villamíl; Veiga acabou substituído no intervalo. Ainda assim, Carlos Miguel evitou estrago maior, enquanto Vitor Roque e Flaco López tiveram chances de diminuir e desperdiçaram. A leitura macro? As goleadas recentes mascararam fissuras defensivas do “Novo Palmeiras” [ , , ]. Entre a fé e a estatística: analistas cravam que a virada é improvável, e o histórico da Libertadores não registra recuperação de 0 a 3 na ida em semifinais; o roteiro pede 4 a 0 para avançar sem pênaltis — tarefa de épico, mas não de ficção — e o repertório recente do clube guarda ao menos a memória do 4 a 3 sobre o Botafogo depois de um 0 a 3 no intervalo [ , , ]. Na agenda, antes da quinta decisiva no Allianz Parque, tem Cruzeiro pelo Brasileirão; há quem defenda poupar e mirar todas as fichas na Libertadores — a liderança é dividida com o Flamengo, mas com vantagem no número de vitórias — enquanto o relógio empurra o Verdão para a encruzilhada entre administrar o topo e tentar uma remontada histórica em casa [ , , ].